; Trabalho e Emprego - Fenafar

A Associação Latina de Análise dos Sistemas de Saúde – ALASS realizará terá como tema o trabalho dos profissionais frente aos desafios dos sistemas de Saúde.

 

A escolha do tema principal para o CALASS 2016 deve-se à necessidade de ampliar a reflexão sobre os desafios nacionais e internacionais presentes nos processos de trabalho em saúde. Falar do trabalho é falar de quem o realiza, como o realiza, e das condições em que o realiza. O debate acontece no contexto da globalização, onde mudanças demográficas, epidemiológicas, tecnológicas, entre outras, têm consequencias para o trabalho dos profissionais da saúde.

A ALASS é uma associação científica e profissional que tem como objetivo a promoção de intercâmbios e o desenvolvimento de investigações conjuntas, assim como a formação de investigadores de diferentes países de cultura latina no campo da análise dos sistemas de saúde. Os campos de interesse da ALASS são: • A planificação, organização e gestão dos serviços de saúde. • A análise dos fatores que influenciam as condições de saúde e a utilização dos serviços. • O desenvolvimento de métodos de avaliação das práticas profissionais, tecnologias e ações de promoção da saúde. • A análise das políticas e estratégias de intervenção sanitária. Em todas as suas atividades, a associação dá especial atenção ao contexto específico dos países de cultura latina.

CALENDÁRIO: 07-03-2016 – Data limite para o envio de resumos que aparecerão no programa preliminar. 31-03-2016 – Notificação de aceitação por parte da Secretaria da ALASS. 15-05-2016 – Último prazo para encaminhar o texto completo da comunicação ou do pôster, permitindo concorrer ao prémio de excelência e estar incluído no programa definitivo. 30-05-2016 – Data limite para aceitar as propostas de comunicação ou poster. Os textos que chegarem após esta data só poderão ser inseridos no site da ALASS.

Importante: Apenas os participantes que estiverem inscritos regularmente no Congresso poderão apresentar as comunicações e os pôsteres.

As inscrições estão limitadas a 350 participantes.

Mais informações: http://alass.org/pt/

Centrais sindicais criaram nesta quarta-feira (25) o Fórum Permanente Sindical de Saúde do Trabalhador para monitorar as mortes de trabalhadores durante a jornada de trabalho. A criação do novo colegiado, que já terá sua primeira reunião no dia 9 de março, ocorreu durante reunião na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS), em Brasília.

 

O presidente da Fenafar e do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Ronald Santos, explica que a defesa dos interesses dos trabalhadores é uma pauta central do colegiado. Segundo ele, todo o trabalho será feito para que as conquistas da 4ª Conferência de Saúde do Trabalhador, realizada em 2014, não sofram retrocesso. “É necessário empenho para a integração de todo o segmento de trabalhadores. Um dos desafios é incluir no debate permanente o trabalhador de nível técnico”.

O diretor do Departamento de Vigilância de Saúde Ambiental do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, afirma ser preciso uma discussão permanente sobre a saúde pública do trabalhador. Para ele, o diálogo com as centrais sindicais e o Ministério da Saúde deve aproximar as ações e pensar estratégias de impacto para a saúde do trabalhador. “Precisamos construir pontes, mas devemos ser claros sobre as demandas”, diz.

Agenda

Os trabalhadores decidiram, também, realizar um ato no dia 07 de abril, Dia Mundial da Saúde. Na data, haverá um ato simbólico de abraço nas secretarias municipais de saúde em diversas cidades do país. A ideia é cobrar por mais serviços de qualidade e principalmente mais recursos para saúde.

Já para o dia 28 do mesmo mês, Dia Mundial de Memória das Vítimas de Acidente no Trabalho, está prevista a primeira reunião da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador do CNS em Mariana, Minas Gerais. Na pauta, o rompimento da barragem da empresa Samarco, controlada pela Vale e pela anglo-australiana BHP Billiton.

Participaram, ainda, da reunião o coordenador de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Jorge Huet, e representantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da CNTS, da Força Sindical, da União Geral dos Trabalhadores, e da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil.

Fonte: Blog da 15ª
Publicado em 26/02/2016

Na reunião do Fórum de Debates entre governo federal e lideranças das centrais sindicais e entidades empresariais ocorrida na quarta-feira (17) ficou decidida a criação de um grupo de trabalho formado por técnicos da área da previdência social para discutir a reforma previdenciária no país.

 

Dieese, centrais e governo deverão indicar representantes para integrar o grupo. E este deve ser o único ponto de consenso entre as partes até o momento. A presidente Dilma Rousseff afirmou que quer fazer a reforma em 60 dias e enviar ao Congresso – as centrais acham que é pouco tempo e que há muitos pontos de divergência nas medidas já sinalizadas pelo governo federal.

Entre elas, a paridade previdenciária entre homens e mulheres e a unificação do tempo da aposentadoria rural e urbana, só para citar dois temas polêmicos defendidos pelo governo.

“São visões diametralmente opostas. A presidenta está convicta de que a reforma previdenciária vai ajudar o país a sair da crise e nós achamos que para sair da crise é preciso investir no país e não suprimir direitos”, diz Pascoal Carneiro, secretário de Previdência, Aposentados e Pensionistas da CTB, que representou a entidade no Fórum.

O cronograma das próximas reuniões do Fórum de Debates e do grupo técnico, que irá prestar informações e analisar dados sobre o sistema previdenciário, deve ser definido nos próximos dias. Entre os temas para debates, o dirigente destaca os principais: a demografia e a idade média das aposentadorias; o financiamento da previdência social: receitas, renúnicas e recuperação de créditos; diferença de regra entre homens e mulheres; pensões por morte; previdência rural: financiamento e regras de acesso; regimes próprios e previdência e convergência dos sistemas previdenciários.

Seminário da CTB

A CTB pretende realizar em maio um seminário nacional para debater Previdência, Saúde Ocupacional e Direito Previdenciário. A intenção é convidar o ministro Miguel Rossetto e especialistas em Saúde, Direito e Previdência para debater e construir propostas com foco na manutenção e ampliação dos direitos conquistados pelos trabalhadores.

Fonte: CTB
Publicado em 19/02/2016

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