; Movimento Social - Fenafar

Atividade acontecerá em São Paulo, no auditório do Sindicato dos Engenheiros, no dia 1º de julho, e debaterá “Brasil 2022: o País que queremos”.

 

Acontece no dia 1º de julho, a partir das 9 horas, em São Paulo, a 9ª Jornada Brasil Inteligente, promovida pela CNTU. O evento terá como foco o projeto “Brasil 2022: o País que queremos” e a discussão sobre a necessidade de se conquistar o alargamento e aprofundamento da democracia e do desenvolvimento.

“A mobilização social orientada nesse sentido pode nos qualificar a dar um salto em 2022 rumo a um projeto nacional de avanços socioeconômicos, científicos e culturais que inclua a totalidade da população brasileira”, afirma o presidente da CNTU, Murilo Celso de Campos Pinheiro.

Na avaliação de Allen Habert, diretor de Articulação Nacional da confederação e coordenador da atividade, é preciso identificar os “nós górdios” que devem ser desatados para que se complete o grito da independência do País. É a esse esforço de compreensão da realidade que a 9ª jornada se propõe.

Para dar conta dessa tarefa, o evento contará com duas discussões centrais travadas em mesas-redondas que debaterão cultura, economia e política. Entre os participantes, estarão o compositor e maestro Jorge Antunes, a socióloga e cineasta Isa Grinspum Ferraz e a advogada Carmen Bressane, da Auditoria Cidadã da Dívida, o analista político João Guilherme Vargas Netto e a economista Ceci Juruá.

A 9ª Jornada contará ainda com a participação do arquiteto Ruy Ohtake, que integra o Conselho Consultivo da CNTU e fará a apresentação da logomarca do projeto “Brasil 2022” que está sendo criada por ele. “É uma grande honra e alegria para a CNTU contar com o engajamento dele, que é um dos maiores arquitetos brasileiros, nesse projeto”, comemora Habert.

Completa o evento a plenária do Conselho Consultivo da CNTU, com a posse dos seus novos integrantes e depoimentos sobre “Ciência, tecnologia, inovação, educação e cultura rumo ao Brasil 2022”.

Confira a programação. 

A 9ª Jornada Brasil Inteligente tem participação gratuita e será transmitida online durante todo o dia pelo site da CNTU (www.cntu.org.br).

Fonte: CNTU
Publicado em 29/06/2016

O Portal CTB acaba de lançar um novo vídeo-reportagem sobre a conjuntura política e, desta vez, foca nas ameaças aos direitos da classe trabalhadora representadas pela reforma da previdência e pela extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

 

Intitulado “O preço do golpe”, a reportagem foi às ruas ouvir a opinião dos brasileiros do campo e da cidade. Políticos, trabalhadores, trabalhadoras e lideranças sindicais falam sobre as mudanças que estão em curso no país e que vêm se agravando ao longo do governo interino de Michel Temer, podendo gerar um enorme retrocesso nos direitos e garantias sociais e trabalhistas até então assegurados.

Entre os destaques, a reforma previdenciária e a proposta de igualar a idade mínima para o benefício entre homens e mulheres, e também o forte baque que representará à agricultura nacional o fim do MDA, denunciado por lideranças do campo, como o presidente da Contag, Alberto Broch, e o dirigente da CTB, Vilson Luiz da Silva, e José Alves Duarte, da Fetag-BA, entre outros.  

 

Fonte: CTB Publicado em 27/06/2016

Em reunião, nesta terça-feira (21), o Fórum Nacional das Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais (FNMT) decidiu que não interessa para as mulheres dialogar com o governo golpista e machista de Michel Temer.

 

“Tiramos uma posição unânime contra o golpe”, afirma Gilda Almeida, secretária de Finanças Adjunta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e integrante da Comissão Nacional de Mulheres da central. Gilda também é diretora de relações internacionais da Fenafar.

Gilda explica que “as dirigentes das secretarias de mulheres das centrais que compõem o Fórum (CTB, CUT, Nova Central, Força Sindical e UGT) definiram posição contra todas as medidas que estão sendo tomadas pelo governo golpista”.

Por isso, o FNMT é contra a reforma da previdência, essencialmente sobre elevar a idade mínima para aposentadoria para 65 anos. Também “vamos elaborar um documento contra os retrocessos na saúde pública, na educação, na cultura e nos direitos sociais e individuais, propostos por Temer”.

Na reunião ficou definido ainda que é muito importante defender a manutenção dos programas sociais, como o Bolsa Família, o Universidade Para Todos (ProUni), o Financiamento Estudantil (Fies), dentre outros necessários para “combater a desigualdade social”, reforça.

O Programa de Valorização do Salário Mínimo foi entendido com essencial para aquecer a economia e elevar o patamar de vida dos mais pobres, principalmente, o FNMT defende “que os aumentos acima da inflação para o mínimo sejam referência para o pagamento de aposentadorias e pensões, como tem sido feito nos últimos anos”.

O FNMT vai ainda lançar um documento que para “debater o impacto sofrido pelas trabalhadoras com o rebaixamento da Secretaria de Políticas para as Mulheres, assim como os projetos perniciosos que tramitam no Congresso Nacional”.

Também foi deliberado marcar audiência pública na Câmara dos Deputados ou no Senado para denunciar a violência e a discriminação que as mulheres sofrem no Brasil, “amplificada com esse governo golpista”, diz Gilda.

Além de defender que é fundamental combater a cultura do estupro, o FNMT definiu o lançamento de uma cartilha abordando a Convenção 156, da Organização Internacional do Trabalho, que pretende a igualdade de oportunidades e de tratamento para trabalhadores e trabalhadoras, assim como as suas responsabilidades familiares.

Outra unanimidade do FNMT foi sobre a necessidade de participação no Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e a importância de se contrapor ao projeto de lei 07/2016, que pretende alterar a Lei Maria da Penha, prejudicando as vítimas de violência.

“As mulheres das centrais sindicais presentes decidiram também a realização de um ato público em Brasília em defesa do SUS (Sistema Único de Saúde), da educação pública e de combate à violência contra as mulheres e pelo fim da cultura do estupro”, finaliza Gilda.

Fonte: CTB
Publicado em 24/06/2016

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