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O Sindicato dos Farmacêuticos do estado do Amazonas, Sinfar/AM assinou convenção coletiva com o Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do Estado do Amazonas (SINCADAM) para o período de 2016 a 2018. É uma ação inédita, já que o Sinfar/AM nunca tinha feito CCT ou dissídio com o ramo dos distribuidores e atacadistas.

“É nossa primeira conquista em 2016. Fechamos a CCT pela primeira vez na história agora em janeiro, e temos a expectativa de fechar outra convenção até abril de 2016”, comemora a presidente do Sinfar/AM, Cecília Motta. "Todos os objetivos de campanha política para a nossa gestão estão sendo cumpridos", concluiu.

A partir do 1º de janeiro de 2016, o piso salarial dos farmacêuticos que trabalham em distribuidoras de medicamentos e insumos passa a ser de R$ 3500 (trabalhadores que atuam 40 horas) e de R$ 2625 (30 horas). Empregados que recebem acima do piso salarial da categoria terão reajuste com base no INPC do período. Veja aqui o documento.

Novidade no sindicato: os filiados do Sinfar/AM contam com um novo advogado, Dr. Eliezer Alves, que atenderá às quartas-feiras prestando assessoria jurídica na sede.

 

Da Redação, com informações do Sinfar/AM 
Publicado em: 27/01/2016

O Sindicato dos Farmacêuticos do Amazonas convoca a categoria e demais profissionais da saúde para uma manifestação na sexta-feira (29) contra a privatização dos laboratórios de análises clínicas da SUSAM (Secretaria da Saúde do Amazonas).

Na última semana, o Sinfar/AM emitiu uma nota de repúdio diante do indicativo de que os serviços de análises clínicas do PAM Coadajás seriam terceirizados. Clique aqui e veja a notícia publicada. 

A manifestação será em frente ao PAM Gilberto Maestrinho, a partir das 8h30, no centro de Manaus.

Participe e convide seus colegas!

Contra as privatizações e terceirizações do SUS e pelas nomeações dos Concursados Já!
Data: 29 sexta-feira
Local: Av. Getúlio Vargas, Centro, Manaus

 

Fonte: Sinfar/AM
Publicado em: 27/01/2016

Teresina contou com uma intensa programação comemorativa no dia nacional do Farmacêutico, 20 de janeiro. Profissionais e acadêmicos dos cursos de Farmácia realizaram uma ação social com a oferta gratuita de serviços farmacêuticos. A ação aconteceu na Praça Pedro II, situada no centro de Teresina, e foi promovida pelo Conselho Regional de Farmácia do Piauí com o apoio do Sindicato dos Farmacêuticos no Estado do Piauí (SINFARPI).

Dezenas de pessoas foram atendidas e beneficiadas pelos serviços de aferição de pressão arterial, glicemia capilar e tipagem sanguínea e orientação quanto ao uso de medicamentos. A iniciativa visou levar a população a conhecer algumas das atividades desenvolvidas pelos farmacêuticos que podem ser determinantes no sucesso do tratamento e devem compor o processo de assistência terapêutica integral.

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Em entrevista à Rádio Teresina FM e à TV Assembleia, Ulisses Nogueira, diretor do Sinfarpi, ressaltou que mais do que simplesmente celebrar o dia da profissão, esta é uma data para reafirmar para a sociedade a importância do farmacêutico como profissional indispensável saúde da comunidade. "É uma profissão que remonta os tempos da alquimia e dos boticários e hoje abrange muitas áreas na polícia criminal, análises clínicas, na vigilância sanitária e especificamente no ramo do medicamento, desde a formulação do princípio ativo até a dispensação e acompanhamento farmacoterapêutico. Entretanto nós somos o único estado da federação que não tem piso salarial, onde o empregador não quer arcar com o custo de pagar por um profissional habilitado em tempo integral, e isso se reflete no atendimento à população que precisa do farmacêutico dentro de uma equipe multiprofissional".

 

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Ainda como parte da programação comemorativa, a diretoria do Sinfarpi visitou 12 farmácias da região central de Teresina e viu de perto a rotina dos profissionais.

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 Segundo a farmacêutica e proprietária da farmácia Multifarma, Elizana Costa Oliveira, a maior parte das farmácias restringem as atividades do farmacêutico aos serviços burocráticos  e dão pouca importância ao atendimento direto da população, em contrapartida, as pequenas  farmácias de propriedade de farmacêuticos tem o diferencial de oferecer atendimento personalizado que não é típico das farmácias de rede. "É preciso trazer o farmacêutico de volta para a sua essência, que é o atendimento aos pacientes, começando no balcão, coisa que é inviável nas grandes redes. Somos o profissional do medicamento e precisamos preencher o espaço que no cabe. Se não nos valorizarmos, ninguém irá valorizar também".  

 

Fonte: Gardenha S. Rosa, do Sinfarpi
Publicado em: 26/01/2016

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