; Fenafar e Sindicato em ação - Fenafar

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SINFARCE e SINCOFARMA reuniram-se na tarde desta segunda-feira, 14 de março, para mais uma rodada de negociações para definição dos pleitos da categoria para Convenção Coletiva de Trabalho de 2016.

 

Foi entregue, aos membros do SINCOFARMA, todas as propostas decididas em Asssembleia, realizada, ainda em 2015, e que norteou o documento final somente com alteração relativa ao reajuste salarial.

Após ver negada todas as propostas pelo Sincofarma, a categoria, em Assembleia realizada dia 7 de março, decidiu manter as 57 cláusulas do documento e propor reajuste salarial de 16%. O SINCOFARMA busca negociar valor abaixo da inflação, que é de 9%, acarretando perda para o profissional farmacêutico. A Diretoria do SINFARCE, acompanhada de sua Assessoria Jurídica, solicitou que o sindicato patronal verificasse com critério as solicitações da categoria que vão alem das questões econômicas, como também sociais e de caráter institucional presentes na proposta farmacêutica.

José Araújo de Oliveira, representante da Fecomércio, e Eliana Morais, Diretora do SINCOFARMA, comprometeram-se em, antes do dia 21 de março (data da nova reunião entre as entidades), reunir-se com toda a Diretoria do Sindicato Patronal para trazer nova proposta quanto as demandas propostas.

Márcio Batista, Presidente do SINFARCE, convoca os farmacêuticos a se fazerem presentes à Assembleia dia 21 de Março no Meridional Convenções - Avenida Santos Dumont, 779 - Aldeota, às 19 horas.

Fonte: Sinfarce
Publicado em 15/03/2016

Em três dias de trabalho coletivo, todos os diretores e representantes de sindicatos filiados tiveram a oportunidade de discutir os desafios para a atuação da Fenafar e como enfrentá-los. O resultado desta discussão foi a definição dos projetos e ações a serem desenvolvidas até o final da gestão.

Por Renata Mielli, de Campinas

 

Foram debatidas propostas em 8 eixos: as lutas da categoria, o funcionamento da diretoria da Fenafar, a relação da Fenafar com a política mais geral, a relação com outras entidades do movimento social; estrutura da Fenafar, finanças, formação dos dirigentes sindicais, relação da Fenafar com a base, Comunicação, Jurídico. Nestes eixos, se debateu inúmeras iniciativas e definidas prioridades.

Este é o quinto seminário de planejamento estratégico realizado pela Federação. A facilitação do seminário foi feita pela equipe do Centro de Estudos Sindicais – CES. Para Augusto Petta, coordenador do CES, “a Fenafar é uma entidade bem organizada que já realizou vários planejamentos estratégicos, o que contribui para ser uma entidade com objetivos e rumo. O planejamento faz com que a entidade não atue só em torno das circunstâncias e dos problemas momentâneos, mas que tenha uma visão estratégica, definida de forma coletiva, que orienta esta ação da diretoria”.

O diretor de Relações Institucionais da Fenafar, Rilke Novato, avalia que o planejamento “é fundamental não só pelo fato de planejar as ações da Federação de forma mais organizada, com cronograma definido, mas porque é um espaço, um momento que dá oportunidade para discutir o sentido da Federação, dos sindicatos. É um espaço importante”.

“Achei super interessante o encontro num local que nos fizesse focar no objetivo do planejamento e a dinâmica também foi interessante, porque ele aborda vários temas e é amplo e são temas de grande relevância para a nossa atuação”, avaliou Isabela Sobrinho, diretora do Departamento Jurídico da Fenafar e que participou pela primeira vez de um seminário de planejamento estratégico da Fenafar.

Para Elaine Cristina, presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do Rio Grande do Norte e primeira secretária da Fenafar, que também participou pela primeira vez, "o planejamento foi muito dinâmico, produtivo, e inclusive quero adotar lá no sindicato. É importante para identificar os problemas. Às vezes a gente acha que está tudo bem, mas na dinâmica conseguimos ver as dificuldades e a interação faz com que cada um possa trazer a sua contribuição no sentido de encontrar soluções para enfrentar os problemas.

O calendário aprovado para 2016 foi:

20/21 de Maio – Conselho de Representantes da Fenafar

21 de maio – Reunião da Diretoria Executiva da Fenafar

26 e 27 de Agosto – Reunião da Diretoria Executiva da Fenafar

25 e 26 de Novembro – Conselho de Representantes da Fenafar

26 de Novembro – Reunião da Diretoria Executiva

 

Publicado em 14/03/2016

No Dia Internacional da Mulher, atos em todo o país deram visibilidade às causas da luta por igualdade. Mas além das mobilizações do dia 08 de março, a Fenafar vai dedicar todo este mês para discutir as reivindicações e trazer à tona os muitos problemas que as mulheres ainda enfrentam na sociedade.

por Renata Mielli, de Campinas

 

Por isso, ao chegarem no hotel onde acontece o Seminário de Planejamento Estratégico da Fenafar, em Campinas, homens e mulheres receberam de presente da Diretoraa das Mulheres, Soraya Pinheiro, uma camiseta cor de rosa para lembrar a luta das mulheres.

No início do Seminário, nesta quinta-feira, todas e todos estavam de rosa. Soraya falou desta e de outras iniciativas que estão em curso para marcar a luta do Dia Internacional da Mulher ao longo de todo o mês. “Entre estas iniciativas a camiseta que marca a luta das farmacêuticas e dos farmacêuticos em defesa dos direitos das mulheres. Nossa camiseta está em sintonia com a campanha global Eles por Elas. Por isso, nas camisetas dos colegas farmacêuticos estão os dizeres: farmacêuticos por elas. Porque todas as lutas e conquistas das mulheres só serão possíveis se os homens carregarem as bandeiras e as lutas das mulheres também. Porque na década de 70, nós vestimos calças para ingressar macivamente no mercado de trabalho. Mas os homens ainda não vestiram saias para ajudar na luta das mulheres”, ressaltou Soraya.

Além disso, ela destacou que a camiseta também acolhe o tema que será discutido na IV Conferência Nacional de Mulheres que acontecerá em maio. “Mais igualdade, menos violência, mais direitos, ampliar a presença da mulher no mercado de trabalho, na política, no movimento sindical, na direção dos sindicatos. Porque o lugar de mulher é onde ela quiser estar”.

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