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Nesta segunda-feira, 23, aconteceu a reunião ampliada da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos – CIRH/CNS, que focou o debate nas políticas de educação e formação para profissionais de saúde.

 

Foram realizadas duas mesas redondas. Uma sobre “A Educação e a Regulação da Formação em Saúde”, com a discussão sobre Diretrizes Curriculares Nacionais – DCNs que teve como debatedores Erasto Fortes Mendonça, CNE/MEC, Alexandre Medeiros de Figueiredo – Coordenador-Adjunto da CIRH e o presidente do CNS e da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos. 

A outra mesa foi “O SUS e a Ordenação da Formação em Saúde”, com discussão dos Contratos Organizativos de Integração Ensino Serviço (COAPES), coordenada por Maria Arindelita Neves de Arruda, que é a coordenadora da CIRH. Para este debate foram convidados o coordenador-adjunto da CIRH, Alexandre Medeiros de Figueiredo, e Erasto Fortes Mendonça, presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.

A tesoureira da Fenafar, Célia Chaves, participou da reunião. “A avaliação de todos os participantes é que a reunião foi muito produtiva, principalmente pela presença do representante do Conselho Nacional de Educação que se comprometeu a levar os pleitos apresentados na reunião ao CNE e intermediar a presença do Conselho Nacional de Saúde na próxima reunião da Câmara de Educação Superior, que ele preside”, disse Célia.

Entre as solicitações que foram apresentadas durante a reunião foram que “as diretrizes nacionais curriculares dos cursos da área da saúde tenham aspectos em comum e, que além das entidades de cada profissão, o CNS seja ouvido quando forem definidas as novas Diretrizes Curriculares. Também foi solicitado que todos os cursos da área da saúde sejam avaliados pelo CNS antes da autorização do CNE, como já é feito para a Medicina, Psicologia, Odontologia e agora Enfermagem. Solicitamos ainda que quando o Conselho Nacional de Saúde der parecer desfavorável, o curso não seja autorizado sem o direito de recurso do CNS”, informou Célia Chaves.

Outro tema que foi abordado na reunião, por sugestão do presidente da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos, foi que o Conselho Nacional de Saúde se posicionasse imediatamente sobre duas questões: “a não aceitação de cursos de graduação da área de saúde pela modalidade de Ensino à Distância (EaD); e que as diretrizes curriculares nacionais da área de saúde sejam objeto de discussão do CNS de forma sistematizada, dentro de um espaço de tempo adequado para permitir que, além da participação das organizações de todas as profissões regulamentadas no debate, o pleno do Conselho cumpra suas prerogativas e atribuições de deliberar sobre o SUS, sistema esse que tem a responsabilidade constitucional de regular os recursos humanos da saúde”, informou Ronadl. A CIRH ira apresentar uma proposta de resolução sobre esse dois temas ao Pleno do CNS.

 

Da redação
Publicado em 25/05/2016, atualizado em 26/05/2016

Mulheres de fibra e luta de todo o país presenciaram um momento histórico na 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (4ªCNPM), que ocorreu no início de maio último, em Brasília. Cerca de três mil mulheres aprovaram propostas que exigem a continuidade das conquistas nas políticas de proteção e de direitos para as mulheres. O evento abordou os processos participativos ao promover, pela primeira vez, as consultas nacionais com segmentos que sempre encontraram dificuldades para se fazer ouvir.

 

Para Soraya Amorim, que representa a pasta da mulher, da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), o que mais marcou o momento foi a presença da presidenta “injustamente afastada”, Dilma Rousseff. “Nós, mulheres brasileiras, pudemos mostrar nosso apoio a Dilma, nossa presidenta. Ela representa a força e encorajamento para todas nós. Foi emocionante demais”.

Conforme Amorim, mesmo com todas as ameaças de retrocesso e a extinção das SPM, Direitos Humanos, e entidades as ligadas ao Ministério das Políticas Públicas das Mulheres, as representantes femininas precisam se manter unidas e cobrar por seus direitos.

“A diretoria da pasta das mulheres do Fenafar me proporcionou momentos de grande crescimento e luta. A marcha das mulheres que cobra seus direitos, que luta contra a violência e todo o mal que o machismo e exclusão feminina causa é imprescindível para a democracia brasileira, especialmente nesse difícil momento político do país”, diz Soraya.

Em caminhada, na Marcha das Mulheres, em direção ao Senado Federal, a diretora da pasta das mulheres foi vítima de violência policial e passou por momentos difíceis. Mas ela garante: “estou e continuarei firme a favor da democracia, dos direitos das mulheres, e do direito da presidenta de concluir o seu mandato legitimamente conquistado, por meio de mais de 54 milhões de votos, não vamos esmorecer”, garante.

Publicado em 25/05/2016

O Sindicato dos Farmacêuticos de Goiás fechou o Aditivo da Convenção Coletiva de Trabalho com o SINDHOESG- Sindicato Patronal dos Hospitais. O reajuste será de 10% a partir de 01 de maio de 2016.

 

A CCT terá vigência até 30 de abril de 2017. Além das cláusulas de insalubridade, adicional noturno e 13º salário o Sinfargo conquistou o auxílio creche, que obriga as empresas “a pagar às empregadas mães o equivalente a 50% (cinquenta por cento) do salário mínimo, para cada filho nascido na vigência do seu contrato de trabalho, durante 06 (seis) meses após o retorno da licença maternidade, se a empresa não mantiver creche no local de trabalho ou convênio com empresa habilitada, desde que o empregador esteja enquadrado na determinação da lei".

Veja na íntegra: http://sinfargo.org.br/site/wp-content/uploads/2015/03/CCT-HOSPITAIS-1.pdf

Da redação com Sinfargo
Publicado em 25/05/2016

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