; Fenafar e Sindicato em ação - Fenafar

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Foi realizada, nesta quinta-feira(2), uma Audiência Pública na Câmara de Vereadores de Goiânia para discutir o funcionamento das farmácias populares em Goiânia. A audiência foi proposta pelo presidente da Casa, Ancelmo Pereira e pelo vereador Paulo da Farmácia.

 

Participaram do debate representantes do Sindicato dos Farmacêutico do Estado de Goiás (Sinfargo), do Conselho Regional de Farmácia do Estado de Goiás (CRF), da Sociedade Brasileira de Farmácias e Farmacêuticos Comunitários (SBFC), do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás (Sindifargo), da Associação de Distribuição de Medicamentos do Estado de Goiás(ADMGO), do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Goiás (Sincofarma), donos de farmácias, entre outros.

Ancelmo Pereira colocou em discussão a repercussão na mídia sobre farmácias que foram acusadas de fraudar o programa ‘Farmácia Popular’. Alguns estabelecimentos são suspeitos de concretizar a operação de venda de medicamentos, do programa social, em nome de beneficiários, mas sem repassar os produtos. A dispensa de remédios controlados sem receita ou com documentado falsificado também tem sido um problema encontrado pela fiscalização em Goiânia. “Goiânia não se preparou em duas décadas para se qualificar para, de repente, verificar que pessoas que chegam nesse mercado queiram, de uma forma esperta, cometer atos infracionais. Agora, para piorar, os espertalhões querem auferir lucro em cima do programa ‘Farmácia Popular’. Não bastasse a redução que o governo está fazendo em cima do programa”, disse o presidente.

Nos últimos meses, 13 farmácias foram acusadas pela Vigilância Sanitária em parceria com a Delegacia do Consumidor (Decom) de algum tipo de irregularidade. “Estamos passando por um período assustador. Hoje, nós estamos julgando colegas em problemas seríssimos. Nós precisamos unir forças! Em relação as farmácias populares, acho gravíssimo uma pessoa procurar um medicamento e quando vai buscar já consta a retirada e ela está bloqueada”, afirmou a fiscal da Vigilância Sanitária, Luciana Calil.

O CRF afirmou que está trabalhando para combater esse tipo de atitude. “Enquanto Conselho nós trabalhamos e ficamos preocupados. Toda farmácia tem um ou dois farmacêuticos, mas não é em todo lugar que ele é o responsável. Então, ás vezes, ele fica alheio deixando que o administrador faça esse registro”.

Para o presidente da Câmara, a responsabilidade de tudo que entra e sai da farmácia é também do farmacêutico e ele pode ser responsabilizado criminalmente caso fique comprovada a irregularidade.

O vice-presidente do Sinfargo, Raphael Cavalcante Calixto, diz que o sindicato tem papel importante no trabalho de conscientização dos profissionais. “O Sindicato age como órgão fiscalizador e também orientador da profissão farmacêutica, da forma que os farmacêuticos tem que atuar, da forma ética. A gente tem um trabalho, nas faculdades de farmácia de todo estado, de fazer palestras falando da importância do profissional trabalhar com ética. A gente, dessa forma, tenta buscar melhorias.”

Durante a audiência foi proposto um projeto de lei para tornar as fiscalizações em farmácias mais rigorosas. Foi sugerido, por exemplo, a participação da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), para que ela exija todas as notas fiscais dos produtos adquiridos pelo proprietário. Além disso, foi citado o desenvolvimento de uma cartilha de conscientização sobre o uso correto de medicamentos e que deve ser distribuída a população. Foi proposta, ainda, a criação de uma comissão para dar seguimento as discussões. O Sinfargo foi um dos convidados a integrar o grupo.

Fonte: Sinfargo
Publicado em 07/06/2016

 

O Sindicato dos Farmacêuticos do Ceará, na última terça-feira, dia 31 de maio, reuniu-se com membros diretivos da Farmácia do Trabalhador do Brasil (FTB), na Sede do Sindicato, com objetivo de esclarecer grande soma de denúncias recebidas pelo Sinfarce. 

 

Lavinia Magalhães, Diretora do Sindicato e Lidianne Uchoa, assessora jurídica da entidade, elencaram os principais pontos a serem discutidos:

Assédio moral;

Exigência de fardamento branco e jalecos não fornecidos pela empresa;

Falta de assentos (cadeiras);

Falta de suporte técnico para farmacêuticos (SNGPC);

Desvio de função.

O ponto mais crítico, e que integra outras queixas, diz respeito à conduta de alguns supervisores e coordenadora da empresa, em tácito assédio moral. Intimidações e chacotas vinham sendo utilizadas como subterfúgio para exigências arbitrárias como, por exemplo, de fardamento branco e jaleco (não fornecido pela empresa, conforme convencionado na CCT) e de que os farmacêuticos são obrigados a manter-se em pé, durante todo o expediente. Os gerentes e supervisores, ainda, segundo os farmacêuticos, fazem constantes ameaças, incitando repetitivamente a possibilidade de demissão pela inobservância das solicitações indevidas.

Sobre esses fatos, Ranildo Paranhos, Coordenador Estadual da FTB e João Paulo Cordeiro Neto, Diretor Regional, comprometeram-se em realizar reunião com os profissionais farmacêuticos até, no máximo, dia 3 de junho, objetivando esclarecer que não há exigência de uniforme (roupa branca) e que a farmácia cobrará apenas, nas lojas climatizadas, o uso de jaleco, podendo este ser o padrão (fornecido pela empresa) ou o jaleco que o profissional possua, a seu critério. Para diferenciação das funções serão confeccionados crachás. Ficou acordado, também, que a Farmácia deverá disponibilizar assentos, na parte interna da loja e computadores com livre acesso para os trabalhadores.

Os dirigentes da Farmácia afirmaram, também, que irão de imediato realizar reunião com gerentes e supervisores das lojas, pois é de seu interesse renovar o bem estar e o bom relacionamento no ambiente de trabalho, garantindo condições físicas e psicológicas de trabalho decente aos Farmacêuticos.

o SINFARCE cobrou os relatórios de acompanhamento de vendas e comissões e a transparência dessas informações para os profissionais, repassando para os trabalhadores a porcentagem definida em reunião, em setembro de 2015. Foi informado, então, que a Farmácia tem buscado formas de adequar o Sistema e que, como solução temporária ao impasse, disponibilizará, juntamente com o contracheque, o extrato detalhado por grupo de produtos com valores de vendas e comissões de cada Farmacêutico. E com relação às queixas de sistema operacional voltados ao farmacêutico bem como assistência técnica, o Diretor João Paulo se comprometeu em buscar resolução ouvindo os próprios farmacêuticos na reunião a ser proframada.

"Agendamos nova reunião para julho, com o intuito de acompanharmos essas condutas. O Sinfarce permanecerá cumprindo seu papel junto à categoria e chamando as empresas ao diálogo primeiramente, sempre que necessário. Queremos doutrinar o setor laboral, no intuito do entendimento de que a construção de um ambiente de trabalho digno, no qual o farmacêutico tenha condições mínimas de realizar seu papel, será positivo ao empregador, trabalhador e sociedade ", finalizou Lavinia Magalhães.

Sobre a reunião, Márcio Batista, Presidente do Sindicato, acrescentou que "é de grande importância as denúncias feitas pelos farmacêuticos ao SINFARCE, pois assim apuramos os fatos e podem servir de base para processos na justiça, caso não hajam mudanças de conduta pela empresa."

Fonte: Sinfarce
Publicado em 06/06/2016

A Federação Nacional dos Farmacêuticos e demais entidades da categoria farmacêutica realizam nos próximos dias 14 e 15 de junho a reunião do Fórum Nacional de Luta pela Valorização da Profissão Farmacêutica. O evento vai debater as ações categoria no Congresso Nacional em torno de três projetos lei prioritários para a categoria: o PL 5309/2009 que dispões sobre o piso salarial nacional para os farmacêuticos, o PLS 513/2015 sobre a redução da jornada de trabalho de até 30 horas para os profissionais e o projeto que determina a obrigatoriedade da presença do farmacêutico em todas as farmácias, o que trata dos dispensários de medicamentos da rede pública e o que dispõe sobre a regulamentação das profissões de auxiliar e técnico em Farmácia.

Na reunião do seu Conselho Deliberativo, realizado nos dias 19, 20 e 21 de abril, a Fenafar definiu como prioritária a participação da entidade e de seus sindicatos filiados na reunião do Fórum.

O Fórum Nacional de Luta pela Profissão Farmacêutica é composto pela Fenafar, pelo Conselho Federal de Farmácia, pela Federação Interestadual de Farmacêuticos (Feifar), pela Associação Brasileira de Educação Farmacêutica (Abef) e Executiva Nacional de Estudantes de Farmácia (Enefar).

Veja a programação

Da redação

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