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No dia 11 de junho, sábado, o Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sinfar-SP), realizará o Seminário Fosfoetanolamina em Debate. O evento contará com especialistas e convidados para debater o uso da substância no tratamento do câncer no Brasil.

O Seminário Fosfoetanolamina em Debate acontecerá no Hotel Excelsior, na Avenida Ipiranga, 770 - Centro, próximo ao metrô República, das 8h às 14h. A programação do evento tem as participações confirmadas do Dr. Durvanei Augusto Maria, do Dr. Otaviano Mendonça Ribeiro, do Dr. Arthur Cássio de Lima Luna e da Drª. Larissa Kim Higashi Carvalho.

Além disso, o debate será finalizado com uma mesa redonda com a participação de convidados também envolvidos com o uso da fosfoetanolamina no país. Serão abordados temas como as irregularidades na produção da substância e seus prejuízos à saúde dos pacientes, os trâmites jurídicos para sua obtenção e depoimentos de pacientes que utilizaram a fosfoetanolamina.

As inscrições devem ser realizadas pelo telefone (11) 3255-0588 ou pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com Aline Almeida.

Confira abaixo a programação do Seminário Fosfoetanolamina em Debate:

8h – Credenciamento dos inscritos e Coffee break

9h – Síntese da Caracterização físico-química da fosfoetanolamina – Dr. Otaviano Mendonça Ribeiro Filho

10h – Mecanismos de ação do fosfolipídio antitumoral fosfoetanolamina sintética – Dr. Durvanei Augusto Maria

10h30 – Potencial antitumoral da nanoformulação da fosfoetanolamina sintética – Dr. Arthur Cássio de Lima Luna

11h – Avaliação do potencial antitumoral da fosfoetanolamina em carcinoma oral – Drª. Larissa Kim Higashi Carvalho

11h30 – Mesa de Debate – mediação: Dr. Durvanei Augusto Maria

14h – Encerramento

Serviço - Seminário Fosfoetanolamina em Debate

Data: 11 de junho de 2016

Horário: Das 8h às 14h

Local: Hotel Excelsior

Endereço: Avenida Ipiranga, 770 – República – São Paulo, SP – próximo ao metrô República

Inscrições: Aline Almeida - (11) 3255-0588

Entrada Gratuita

Fonte: Sinfar/SP
Publicado em 07/06/2016

O Sinfar-SP presta informações à Procuradoria Regional do Trabalho após denúncia de farmacêuticos das Drogarias da rede de Hipermercados Extra (Cia. Brasileira de Distribuição) sobre condutas da empresa. A Procuradoria investiga a denúncia de que a jornada de trabalho semanal ultrapassa o limite imposto pela Lei, de 44 horas, e ainda de que não há a remuneração das horas extraordinárias. O sindicato colabora com as investigações, apresentando a relação de processos ajuizados e em andamento contra a empresa pelo Sinfar-SP, entre outras informações.

O Sinfar-SP também denuncia o não cumprimento da NR 17, item 17.3.5 e a cláusula 54 da Convenção Coletiva de Trabalho, que prevê pausas regulares para farmacêuticos que exercem suas atividades em pé e a não remuneração de insalubridade, uma vez que a farmácia é enquadrada como estabelecimento de saúde sujeita à NR-32, por força da Lei 13.021/14.

Se você trabalha na Drogaria Extra, pode contribuir para o processo em andamento, ao relatar suas condições de trabalho e jornada exercida pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Os relatos devem conter nome completo e unidade em que trabalha. As informações serão mantidas em sigilo para preservar o trabalhador.

Fonte: Sinfar/SP
Publicado em 07/06/2016

Foi realizada, nesta quinta-feira(2), uma Audiência Pública na Câmara de Vereadores de Goiânia para discutir o funcionamento das farmácias populares em Goiânia. A audiência foi proposta pelo presidente da Casa, Ancelmo Pereira e pelo vereador Paulo da Farmácia.

 

Participaram do debate representantes do Sindicato dos Farmacêutico do Estado de Goiás (Sinfargo), do Conselho Regional de Farmácia do Estado de Goiás (CRF), da Sociedade Brasileira de Farmácias e Farmacêuticos Comunitários (SBFC), do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás (Sindifargo), da Associação de Distribuição de Medicamentos do Estado de Goiás(ADMGO), do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Goiás (Sincofarma), donos de farmácias, entre outros.

Ancelmo Pereira colocou em discussão a repercussão na mídia sobre farmácias que foram acusadas de fraudar o programa ‘Farmácia Popular’. Alguns estabelecimentos são suspeitos de concretizar a operação de venda de medicamentos, do programa social, em nome de beneficiários, mas sem repassar os produtos. A dispensa de remédios controlados sem receita ou com documentado falsificado também tem sido um problema encontrado pela fiscalização em Goiânia. “Goiânia não se preparou em duas décadas para se qualificar para, de repente, verificar que pessoas que chegam nesse mercado queiram, de uma forma esperta, cometer atos infracionais. Agora, para piorar, os espertalhões querem auferir lucro em cima do programa ‘Farmácia Popular’. Não bastasse a redução que o governo está fazendo em cima do programa”, disse o presidente.

Nos últimos meses, 13 farmácias foram acusadas pela Vigilância Sanitária em parceria com a Delegacia do Consumidor (Decom) de algum tipo de irregularidade. “Estamos passando por um período assustador. Hoje, nós estamos julgando colegas em problemas seríssimos. Nós precisamos unir forças! Em relação as farmácias populares, acho gravíssimo uma pessoa procurar um medicamento e quando vai buscar já consta a retirada e ela está bloqueada”, afirmou a fiscal da Vigilância Sanitária, Luciana Calil.

O CRF afirmou que está trabalhando para combater esse tipo de atitude. “Enquanto Conselho nós trabalhamos e ficamos preocupados. Toda farmácia tem um ou dois farmacêuticos, mas não é em todo lugar que ele é o responsável. Então, ás vezes, ele fica alheio deixando que o administrador faça esse registro”.

Para o presidente da Câmara, a responsabilidade de tudo que entra e sai da farmácia é também do farmacêutico e ele pode ser responsabilizado criminalmente caso fique comprovada a irregularidade.

O vice-presidente do Sinfargo, Raphael Cavalcante Calixto, diz que o sindicato tem papel importante no trabalho de conscientização dos profissionais. “O Sindicato age como órgão fiscalizador e também orientador da profissão farmacêutica, da forma que os farmacêuticos tem que atuar, da forma ética. A gente tem um trabalho, nas faculdades de farmácia de todo estado, de fazer palestras falando da importância do profissional trabalhar com ética. A gente, dessa forma, tenta buscar melhorias.”

Durante a audiência foi proposto um projeto de lei para tornar as fiscalizações em farmácias mais rigorosas. Foi sugerido, por exemplo, a participação da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), para que ela exija todas as notas fiscais dos produtos adquiridos pelo proprietário. Além disso, foi citado o desenvolvimento de uma cartilha de conscientização sobre o uso correto de medicamentos e que deve ser distribuída a população. Foi proposta, ainda, a criação de uma comissão para dar seguimento as discussões. O Sinfargo foi um dos convidados a integrar o grupo.

Fonte: Sinfargo
Publicado em 07/06/2016

 

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