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Milhares de servidores públicos se reuniram em frente ao Paço Municipal de Goiânia para reivindicarem seus direitos.Ao todo, treze entidades que representam cerca de 50 mil servidores da capital participaram da mobilização. Entre as principais exigências estava o reajuste da data base em 9, 28%.

 

O prefeito Paulo Garcia deveria ter enviado a data-base para ser aprovada na Câmara dos Vereadores no final do mês de maio, o que não foi feito. Na tarde de quarta-feira, Paulo Garcia ofereceu uma proposta de parcelar a da data-base em três vezes pagando 1,5% em julho, 1,5% em setembro e 6,28% em dezembro de 2016. Depois de votada a proposta foi aprovada pela maioria dos servidores.

 

Para a presidente do Sinfar, Lorena Baia, a proposta não é correta, mas dentro das condições foi aceita pelos servidores. ” A data-base ela é a correção de perdas inflacionárias, então a gente não está tendo ganho real de salário. Nós estamos recebendo o atraso. Mas, de qualquer forma, é uma conquista. Hoje nós não tivemos nada melhor”, disse a presidente.

 

Os servidores afirmam que a luta continua. Ainda são exigidos a aplicação do plano de carreira, a revogação do Decretão do Arrocho, que impede o cumprimento do plano de carreira, progressões, titulações, adicionais, o gozo de licença prêmio, entre outros direitos. Eles também exigem o funcionamento integral do Instituto Municipal de Assistência aos Servidores (Imas), pagamento em dia ao Instituto da Previdência (IPSM) e o atendimento de qualidade a população. ” A condição de trabalho, de assistência é um desafio enorme que a gente exige da prefeitura. O respeito a relações de trabalho e os direitos conquistados por essas categorias que tanto trabalham e são pouco valorizadas”, falou a representante do Sindsaúde, Flaviane Alves.

 

O projeto da data-base precisa, agora, ser aprovado pela Câmara Municipal de Goiânia até o fim do mês. Uma nova assembleia unificada já foi marcada para o dia 28 para discutir as outras reivindicações. “A gente sabe que a união fortalece a luta. As conquistas vem pelas negociações conjuntas”, afirma Mirtes Bezerra, diretora do Sinfar.

 

Fonte: Sinfargo
Publicado em 13/06/2016

O Sindicato dos Farmacêuticos da Bahia realizará entre os dias 17 e 18 de junho, na cidade de Salvador, o 1º Encontro de Saúde do Trabalhador Farmacêutico. O público alvo do evento são estudantes e profissionais que atuam na área farmacêutica. A inscrição é gratuita. Para se inscrever clique aqui.

Veja, abaixo, a programação completa do encontro.

Programação 1º Encontro de Saúde do Farmacêutico

Foi tensa a primeira rodada de negociações entre os farmacêuticos hospitalares e o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde de Minas Gerais (Sindhomg) nessa quarta, 08/06. A entidade patronal recebeu os farmacêuticos que tem data-base em 1º de junho, com um sonoro 0% de reajuste como proposta, logo na primeira reunião de negociação da Campanha Salarial 2016.

 

O restante da pauta de reivindicações também não foi debatido, nem considerado pelos donos de hospitais. A Assessoria Jurídica do Sindhomg insistiu na tese de que o momento é de crise e os hospitais mineiros estão numa situação financeira gravíssima.  

Diante do impasse, o Sinfarmig elaborou uma contraproposta aceitando o reajuste zero desde que os empresários concordassem em estabelecer um Piso Salarial para os farmacêuticos hospitalares de R$ 4.000,00 para uma jornada de 40 horas, conforme a pauta de reivindicações.

A proposta foi encaminhada para avaliação e o retorno será anunciado em reunião a ser marcada pela entidade patronal. Se a resposta for negativa o Sinfarmig terá de recorrer à Superintendência Regional do Trabalho para tentar outro meio de negociação. “Há anos o sindicato patronal vem agindo com descaso e de modo pouco amistoso com os farmacêuticos hospitalares. A desvalorização da profissão vem sendo constante. Mas, em 12 anos de mesa de negociações nunca vimos nada igual. Por isso convoco a todos para uma mobilização geral e constante de modo que possamos mostrar nossa força e mudarmos esse quadro”, explicou a diretora do Sinfarmig, Júnia Lélis.

Enquanto isso os profissionais que atuam em farmácias e laboratórios de análises clínicas de hospitais privados, clínicas e casas de saúde ficarão sem reajuste. “Lamentamos muito essa postura da entidade porque temos responsabilidades grandes demais dentro de um hospital e administramos medicamentos para centenas de leitos ao mesmo tempo. Muitas vezes sozinhos, porque há pouquíssimos profissionais numa unidade hospitalar. Outras vezes respondemos por mais de uma unidade e isso aumenta a nossa atenção e dedicação”, lamentou o farmacêutico hospitalar e diretor do Sinfarmig, Valdir Latorre.

O Sinfarmig reforça que se não houver envolvimento da categoria, os patrões vão reforçar a ideia de que os farmacêuticos hospitalares não são mobilizados e, portanto, não haverá impacto diante da proposta absurda. “Espero que o Sindicato não esteja sozinho na luta contra essa atitude desrespeitosa da entidade patronal e que tenhamos reforço dos profissionais na busca de uma Convenção Coletiva de Trabalho mais justa para os Farmacêuticos Hospitalares”, ressaltou a diretoria Júnia Lélis.

Fonte: Sinfarmig
Publicado em 09/06/2016

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