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O Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de São Paulo realizou 26 assembleias em todo o estado de São Paulo, entre março e abril.

 

Nas assembleias, a categoria debateu inúmeros temas envolvendo a luta pela valorização profissional e melhora das condições de trabalho. Além da discussão contribuir para organizar a luta dos farmacêuticos e fortalecer o sindicato, também tem o objetivo de definir as propostas que constarão da pauta de negociação do Sinfar-SP com o sindicato patronal do comércio varejista e atacadista.

No dia 29 de abril, os farmacêuticos se reuniram na sede do Sindicato, na capital, para a realização da última assembleia, que definiu os pontos que compõem a pauta de reivindicação, protocolada no dia 2 de maio.

CONFIRA OS PRINCIPAIS PONTOS:

Cláusulas Econômicas

- Aumento salarial real de 5% + reajuste pelo INPC referente ao período acumulado de 1 de julho de 2015 a 30 de junho de 2016.

- Aumento do Piso Salarial para R$ 3.093,50.

- Adicional de Gerência de 40% em cima do salário normal.

Cláusulas Sociais

- Licença Maternidade de 180 dias.

- Licença paternidade de 20 dias.

- Vale-Refeição diário.

- Sala para atenção e atendimento farmacêutico, conforme a Lei 13.021/14.

Agora, a diretoria do sindicato vai iniciar o processo de negociação, lutando para que as reivindicações da categoria sejam atendidas.

Da redação com informações do Sinfar-SP
Publicado em 16/05/2016

Terminou sem acordo nesta quarta, 11 de maio, mais uma rodada de negociações entre os profissionais que atuam em farmácias, drogarias e distribuidoras e o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Minas Gerais- Sincofarma/MG. Alegando mais uma vez o clima político-econômico do país, a entidade patronal se recusou a negociar a maioria das 42 cláusulas da pauta de reivindicações.

 

Só depois de mais um intenso debate, os empresários concordaram em conceder o reajuste salarial de (11,07%) referente à reposição das perdas inflacionários do período de 1º de março de 2015 até 28 de fevereiro de 2016. Com esse índice o piso salarial ficará em R$3.746,99 para uma jornada de 40 horas semanais e o pagamento será retroativo à data-base da categoria, 1º de março.

Antes disso, o Sinfarmig havia insistido no “ganho real” para os farmacêuticos, que seria o pagamento de 11,07% a partir de março, mais 1,43% a partir de setembro totalizando 12,5% de reajuste salarial. Entretanto, a entidade patronal recusou terminantemente, deixando claro que a sua contraproposta seria a última. Os farmacêuticos retomaram a cláusula que trata da conta-salário e após discutir sem consenso os patrões sugeriram tratar o tema fora da negociação coletiva.

O Sindicato realizará uma Assembleia no 17 de maio, às 19h, com a participação de todos os farmacêuticos que poderão decidir se aceitam ou não o reajuste proposto. “Estamos vivendo um clima historicamente inédito e pesado na mesa de negociações em que os empresários estão irredutíveis. Só depois de muita insistência eles oferecem a reposição da inflação retroativa a nossa data-base, mas achamos justo definir os rumos da nossa Campanha Salarial ao lado dos colegas”, explicou Rilke Novato.

Para a diretora do Sinfarmig, Júnia Lélis, a Campanha Salarial esse ano está abaixo das expectativas, contudo é preciso compreender que vivemos um momento atípico no Brasil. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mais da metade das negociações nacionais fechadas no primeiro trimestre tiveram aumento menor que a variação do INPC. Ainda assim os farmacêuticos conseguiram manter o índice de reposição da inflação. “Acreditamos que é fundamental a participação de todos nessa Assembleia. Afinal, o Sindicato é de todo mundo e nessa oportunidade vamos poder dialogar sobre o que está em pauta nas negociações esse ano. Negociamos o reajuste de 11,07%, mas só fecharemos com a entidade patronal se a categoria concordar”, explicou.

Fonte: Sinfarmig
Publicado em 12/05/2016

Farmacêuticos marcam presença na XIX Marcha em Defesa dos Municípios para chamar a atenção da importância da Assistência Farmacêutica.

 

O evento é promovido pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) para discutir temas políticos, econômicos e sociais que impactam na gestão municipal.

O Conselho Federal de Farmácia montou um stand no evento para discutir com os mais de 5 mil participantes que se reunem em Brasília de 9 a 12 de maio, sobre a centralidade da Assistência Farmacêutica nas políticas de Atenção à Saúde. A presidente do Sindicato dos Farmacêuticos de Goiás e representante do CFF no Conselho Nacional de Saúde, Lorena Baía, queexplica que “nesse espaço, temos vários farmacêuticos que estão trabalhando para sensibilizuar os prefeitos sobre o fortalecimento e valorização da assistência farmacêutica na esfera municipal. Vamos orientar prefeitos e vereadores sobre a realização de concursos públicos, processos de judicialização da saúde, assistência farmacêutica, vigilância sanitária, análises clínicas nos municípios e outras atividades desenvolvidas por farmacêuticos no âmbito do SUS!”.

Da redação
Publicado em 11/05/2016

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