; Fenafar e Sindicato em ação - Fenafar

Na noite do dia 19 de fevereiro de 2016, a diretoria do Sinfarma se reuniu com os farmacêuticos trabalhadores dos estabelecimentos de saúde para discutir a proposta de Convenção Coletiva de Trabalho para os hospitais, laboratórios, clínicas e afins.

 

Na oportunidade, cláusulas relacionadas à jornada de trabalho, piso salarial e demais direitos foram debatidos entre os cerca de 50 farmacêuticos presentes, que se disponibilizaram em comparecer mesmo com as fortes chuvas em São Luis. O próximo passo é levar a proposta discutida para negociação com o sindicato patronal e após a contra-proposta apresentada, o Sinfarma convocará uma nova assembleia com a categoria.

 

Fonte: Sinfarma
Publicado em 22/02/2016

Em reunião nesta quinta-feira, 17, a diretoria do Sindifars buscou provar para Sindihospa que há dinheiro para repassar 3% de aumento prometidos em 2012.

 

Participaram da reunião representando o Sindifars o seu presidente, Masurquede Coimbra, a vice-presidente, Debora Melecchi, e a tesoureira, Célia Chaves, o presidente do Sindicato dos Empregados em Escritórios e Empresas Contábeis do RS (Sindesc), Fernando Lemos, junto com a assessora jurídica do sindicato, Fernanda Moralles.

O objetivo da reunião é o vago de negociação com o Sindicato dos Hospitais Privados de Porto Alegre (Sindihospa) de 2012 a 2014, visto que este patronal se nega repassar o aumento real de 3% aos farmacêuticos e outras categorias. Para resolver esse impasse, o Sindifars já ingressou no Ministério Público do Trabalho (MPT) e está elaborando uma defesa de que os hospitais tem condições de fazer esse repasse aos farmacêuticos. Para isto, a entidade está contando com o auxílio do presidente do Sindesc nos cálculos a fim de provar que é falso o argumento do Sindihospa de que não há dinheiro pra pagar os 3%.

 

Fonte: Sindifars
Publicado em 18/02

O Sindicato dos Farmacêuticos de São Paulo aprovou em assembleia, no último dia 11, sua refiliação à Fenafar. Depois de pouco mais de um ano de afastamento, o sindicato paulista volta a fazer parte da base da Federação Nacional dos Farmacêuticos, que passa a contar com 19 estados filiados.

 

Para o presidente do Sinfar-SP, Glicério Diniz Maia, os representantes da categoria presentes na assembleia discutiram e aprovaram o retorno. “Reconhecemos a importância da união entre as entidades farmacêuticas, e endendemos a importância de uma federação que congregue a força do movimento sindical de classe”.

Gilda Almeida, que é 1ª tesoureira do Sinfar e diretora de relações internacionais da Fenafar toda a discussão que levou tanto ao afastamento quanto ao retorno do sindicato de São Paulo “foi um processo rico de debate e amadurecimento político para todos. No final, todos saímos mais fortalecidos pelas reflexões realizadas e porque todos, tanto do sindicato quanto da Fenafar, primamos pela busca da unidade política. O sindicato de São Paulo é uma entidade forte e participar da Fenafar o fortalece ainda mais. Assim como a presença do sindicato de São Paulo só contribui para fortalecer as lutas gerais que a Fenafar, ao lado dos outros sindicatos filiados de todo o país, desenvolve em torno da valorização da categoria farmacêutica e da defesa da saúde pública e da soberania naciona”.

Ronald Ferreira dos Santos, presidente da Fenafar, também considera que a riqueza deste processo foi a busca da unidade. “Esta é uma marca da Fenafar. Sabemos que há diferenças entre todos nós, mas é no debate, no diálogo sempre respeitoso e com o olhar no interesse da categoria que vamos superar as diferenças para, unidos, termos conquistas efetivas para todos os farmacêuticos. Juntos somos mais fortes”, lembrou Ronald.

Da redação

Publicado em 18/02/2016

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