; Fenafar e Sindicato em ação - Fenafar

A campanha 5 de maio pelo Uso Racional de Medicamentos foi fundada pela Executiva Nacional de Estudantes de Farmácia, em 1999, após a crise de medicamentos falsificados e em resposta ao projeto de lei da senadora Marluce Pinto, que ameaçava retirar os farmacêuticos das farmácias e drogarias. Uma campanha que hoje é reconhecida por toda a sociedade apesar de ainda não constar no calendário oficial do país.

Para marcar esta importante data, os estudantes e professores da Universidade Federal de Sergipe - Campus Lagarto realizaram uma ação, no último dia 30 de abril. “A ação mostrou como a campanha é contextualizada, já que além de falar sobre medicamentos e ofertar serviços de saúde à população (aferição de pressão arterial e medição de glicemia capilar), ela realizou orientação sobre a epidemia de Dengue, Chikungunya e Zika e sobre como evitar a gripe H1N1”, explicou o presidente do Sindifarma, Dalmare Anderson Sá que particpou da ação.

Da redação com informações do Sindifarma-SE
Publicado em 05/05/2016

Para orientar as pessoas sobre os prejuízos da automedicação, o Sindicato dos Farmacêuticos do Estado da Paraíba (SIFEP), juntamente com o Conselho Regional de Farmácia (CRF), Conselho Federal de Farmácia (CFF), Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (SBRAFH) e diversas empresas farmacêuticas realizam ações de conscientização na próxima quinta-feira (5), das 8h às 17h, no Ponto Cem Reis.

 

Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Abifarma), em pesquisa, levantou que cerca de 80 milhões de pessoas tomam algum tipo de remédio para amenizar as dores, sem antes consultar um médico. A automedicação é caracterizada pelo uso de medicamentos sem uma prescrição médica.

“A Organização Mundial da Saúde orienta que, todo e qualquer paciente deve receber medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às suas necessidades individuais, por um período adequado e ao menor custo para cada indivíduo. Portanto, é importante que a população esteja ciente de que a automedicação pode ser prejudicial e pode matar”, destacou a farmacêutica e vice-presidente do SIFEP Hariad Morais.

O uso racional também implica na oferta de tratamentos, insumos e tecnologias com base nas melhores práticas terapêuticas e assistenciais, amparadas em evidências científicas seguras, estudos clínicos com resultados confiáveis, e que, principalmente, tenham sido avaliados pelas instâncias regulatórias e de fiscalização no País, no caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Instituto de Ciência Tecnologia e Qualidade (ICTQ), em 2014, realizou pesquisa demonstrativa sobre o perfil dos brasileiros que se automedicam. Os homens e mulheres entre si tem a mesma proporção percentual de indivíduos que fazem o autoconsumo de medicamentos: 76.7 % dos homens 75,1 % das mulheres.

No entanto, o autoconsumo de medicamentos muda radicalmente de acordo com a faixa etária dos brasileiros. Os mais jovens, são os principais consumidores de remédios sem a prescrição médica ou sem orientação de um farmacêutico: De 16 a 24 anos – 90,1% De 25 a 40 anos – 77,5% De 41 a 55 anos – 66,7% A partir dos 56 anos – 51,8%.

Ainda, segundo a pesquisa, a automedicação também está relacionada ao grau de instrução e renda dos brasileiros; quanto maior o nível de ensino e de renda, maior é o índice de autoconsumo de medicamentos.

“Já é de conhecimento da população que as bactérias desenvolvem resistência a alguns antibióticos. O uso indiscriminado de antibióticos contribui para o surgimento das superbactérias”, ressaltou Sérgio Luís Gomes, presidente do SIFEP. “A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, só no ano de 2012, registrou quase 10 mil casos de bactérias resistentes a remédios nas UTIs de todo país”, completou.

Fonte: Sifep
Publicado em 05/05/2016

O Sindicato dos Farmacêuticos do Ceará acionou sua Assessoria Jurídica e entrou com ação individual, garantindo a aplicação da Convenção Coletiva de Trabalho contra o Hipermercado Carrefour Comércio e Indústria Ltda.

Na ação, farmacêutico questionava a aplicação das Cláusulas referentes ao pagamento de Auxílio Alimentação e multas previstas na Convenção Coletiva de Trabalho firmada entre o SINFARCE e o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado.

Em sentença, o juiz de primeira instância, condenou à Farmácia a pagar as verbas citadas previstas na aludida Convenção Coletiva, além de honorários advocatícios em favor dos advogados do Sinfarce.

Para Lavinia Magalhães, Vice-Presidente do SINFARCE, essas ações têm caráter educativo, pois servem como método importante para "garantir a criação de uma cultura de cumprimento e respeito à CCT e ao profissional Farmacêutico. É isso que vislumbramos cada vez que entramos com alguma ação judicial; queremos inibir práticas de rompimento trabalhista de maneira definitiva no Ceará."

Fonte: Sinfarce
Publicado em 04/05/3015

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