; Fenafar e Sindicato em ação - Fenafar

Sidebar

1

Após várias rodadas de negociação, o Sindicato dos Farmacêuticos de Goiás homologou três convenções coletivas de trabalho: para farmacêuticos que atuam em distribuidoras, hospitais e laboratórios.

A Convenção Coletiva de Trabalho com o sindicato patronal das distribuidoras, Sinat, definiu um reajuste de 9,91% para os farmacêuticos a partir de 01 de maio de 2016. A CCT com o SINDLABS conquistou um reajuste de 11,28% a partir de 01 de maio de 2016. A convenção assinada para os farmacêuticos que atuam no setor hospitalar definiu um reajuste de 10%. 

Leia aqui mais sobre a CCT dos hospitais.

A presidenta do Sinfargo, Lorena Baía comemora o resultado das negociações e diz que o sindicato “consolida seu papel na valorização da categoria, lutando para defender os interesses e a dignidade do trabalho do profissional farmacêutico”, e reitera que “as conquistas só aconteceram porque acreditamos que era possível e lutamos com os colegas para torná-las realidade”.

As convenções coletivas de trabalho firmadas pelo Sinfargo são um conqusita importante. "Sabemos que há um longo caminho a ser percorrido em relação às lacunas que ainda existem e precisam ser preenchidas no mundo do trabalho. Há muito por se fazer, mas conquistar um reajuste acima do INPC na atual conjuntura política e econômica do nosso país, só me faz reafirmar mais uma vez que lutar pelo que se acredita, sempre vale à pena", avalia Lorena Baía.  

A íntegra das convenções poderão ser acessadas em breve no site do Sinfargo.

Da redação
Publicado em 27/05/2016

A farmacêutica Isabela Sobrinho foi eleita, por unanimidade, a nova presidente do Conselho Municipal de Saúde de Rio Branco, capital do Acre. Isabela é a diretora de Assuntos Jurídicos da Fenafar.

Isabela disse que ficou feliz e lisonjeada com a nova tarefa, e já aponta os principais desafios para o controle social do SUS em Rio Branco. “Precisamos fortaler os Conselhos Populares de Saúde distribuidos pelos bairros da capital e que não estão ativos no momento por desanimo, descrença de que tudo pode melhorar. Os conselhos populares são nossos olhos nas comunidades e se eles forem fortalecidos a gestão consegue desempenhar as ações que aquela comunidade necessita, de fato”.

A nova presidente do Conselho também avalia que é preciso melhorar a comunicação com a comunidade “seja através das mídias sociais ou mesmo com um canal tipo "fala comunidade", onde as pessoas podem relatar o real problema que aflige os bairros. Falta de infraestrutura, falta de medicamentos, falta de médicos, falta de oferta de serviços e também ser um canal para elogiar e falar das experiências exitosas na sua comunidade”.

Da redação
Publicado em 27/05/2016

Nesta segunda-feira, 23, aconteceu a reunião ampliada da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos – CIRH/CNS, que focou o debate nas políticas de educação e formação para profissionais de saúde.

 

Foram realizadas duas mesas redondas. Uma sobre “A Educação e a Regulação da Formação em Saúde”, com a discussão sobre Diretrizes Curriculares Nacionais – DCNs que teve como debatedores Erasto Fortes Mendonça, CNE/MEC, Alexandre Medeiros de Figueiredo – Coordenador-Adjunto da CIRH e o presidente do CNS e da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos. 

A outra mesa foi “O SUS e a Ordenação da Formação em Saúde”, com discussão dos Contratos Organizativos de Integração Ensino Serviço (COAPES), coordenada por Maria Arindelita Neves de Arruda, que é a coordenadora da CIRH. Para este debate foram convidados o coordenador-adjunto da CIRH, Alexandre Medeiros de Figueiredo, e Erasto Fortes Mendonça, presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.

A tesoureira da Fenafar, Célia Chaves, participou da reunião. “A avaliação de todos os participantes é que a reunião foi muito produtiva, principalmente pela presença do representante do Conselho Nacional de Educação que se comprometeu a levar os pleitos apresentados na reunião ao CNE e intermediar a presença do Conselho Nacional de Saúde na próxima reunião da Câmara de Educação Superior, que ele preside”, disse Célia.

Entre as solicitações que foram apresentadas durante a reunião foram que “as diretrizes nacionais curriculares dos cursos da área da saúde tenham aspectos em comum e, que além das entidades de cada profissão, o CNS seja ouvido quando forem definidas as novas Diretrizes Curriculares. Também foi solicitado que todos os cursos da área da saúde sejam avaliados pelo CNS antes da autorização do CNE, como já é feito para a Medicina, Psicologia, Odontologia e agora Enfermagem. Solicitamos ainda que quando o Conselho Nacional de Saúde der parecer desfavorável, o curso não seja autorizado sem o direito de recurso do CNS”, informou Célia Chaves.

Outro tema que foi abordado na reunião, por sugestão do presidente da Fenafar, Ronald Ferreira dos Santos, foi que o Conselho Nacional de Saúde se posicionasse imediatamente sobre duas questões: “a não aceitação de cursos de graduação da área de saúde pela modalidade de Ensino à Distância (EaD); e que as diretrizes curriculares nacionais da área de saúde sejam objeto de discussão do CNS de forma sistematizada, dentro de um espaço de tempo adequado para permitir que, além da participação das organizações de todas as profissões regulamentadas no debate, o pleno do Conselho cumpra suas prerogativas e atribuições de deliberar sobre o SUS, sistema esse que tem a responsabilidade constitucional de regular os recursos humanos da saúde”, informou Ronadl. A CIRH ira apresentar uma proposta de resolução sobre esse dois temas ao Pleno do CNS.

 

Da redação
Publicado em 25/05/2016, atualizado em 26/05/2016

Mais Artigos...

UA-480112034-1