; Fenafar e Sindicato em ação - Fenafar

Em assembleia realizada a noite da última quinta-feira (11), os farmacêuticos de drogarias, farmácias e distribuidoras de São Paulo recusaram a contraproposta patronal que oferecia reajuste salarial de 9,49% e previa a instituição de banco de horas para os trabalhadores farmacêuticos. Patronal apresentou contraproposta que será apreciada nesta quinta-feira (18).

De acordo com os profissionais presentes, a cláusula proposta pelo patronal iria aumentar a já exaustiva jornada de trabalho farmacêutica. A categoria permanece na luta pelo reajuste salarial, aumento real, vale-refeição e licença maternidade de 180 dias.

Uma nova assembleia irá deliberar sobre a contraproposta apresentada nesta segunda-feira pelo patronal, referente à Campanha Salarial 2016. A assembleia acontecerá nesta quinta-feira (18), na sede do Sinfar-SP, na Rua Barão de Itapetininga, 255 - 3º andar, cj. 304 - República.

Fonte: Sinfar-SP
Publicado em 17/08/2016

Os farmacêuticos do setor de Farmácias e Drogarias de Pernambuco fizeram bonito. Vestidos de preto, com apitos, faixas e cartazes, gritaram que não abririam mão das 30 horas e de salários justos. A Rua Riachuelo, no bairro da Boa Vista, centro do Recife, foi palco de uma manifestação inédita da categoria no Estado. O protesto aconteceu na quinta-feira, 11, em frente ao Edifício Círculo Católico, durante a quarta rodada de negociação entre o Sinfarpe e o Sincofarma.

 

Em reunião tensa, o Sinfarpe insistiu na defesa das 30 horas e no salário compatível para os profissionais. O sindicato patronal manteve a contraproposta de flexibilizar a carga horária, com o desmembramento para as opções de 20, 30 e 40 horas. Um dos participantes da mesa, representando os patrões, questionou a presença dos representantes do CRF-PE na mesa e reprovou o protesto dos profissionais e estudantes de Farmácia, que reuniu mais de 120 pessoas.

“Num país como o nosso, que passa por um momento político difícil, qualquer ato de democracia incomoda! Como sindicalista, eu jamais pediria tal coisa. Nunca pediria à categoria para silenciar uma manifestação!”, respondeu Veridiana Ribeiro, presidente do Sinfarpe. As palavras dela foram apoiadas pela diretora do sindicato, Maria José, e pela vice-presidente do CFR-PE, Joyce Nunes. Os assessores jurídicos do Sinfarpe, José Leniro e Josenildo Araújo, lembraram do direito à manifestação de qualquer trabalhador como um ato legal.sinfarpe12ago 16

Ao final das discussões, foi solicitado ao patronato a apresentação de propostas viáveis para as cargas horárias de 30 e 40 horas, desde que a última, possa oferecer ao farmacêutico a possibilidade de se manter num único emprego. O Sincofarma ficou de analisar a proposta com a comissão na próxima quarta, 17, e se reunir com o Sinfarpe, na quinta, 18, na sede do sindicato dos trabalhadores, para apresentar o que foi decidido pelos patrões. As informações foram repassadas aos manifestantes do lado de fora, numa assembleia livre. A atuação do Sinfarpe e do CRF-PE foi aplaudida pelos profissionais.

Participaram da reunião, representando o Sinfarpe, Veridiana Ribeiro, Maria José e os assessores jurídicos, José Leniro e Josenildo Araújo. Pelo CRF-PE, Joyce Nunes e Gisêlda Lemos. Pelo Sincofarma, Ozeas Gomes e Saulo Eduardo de Siqueira Mendonça. A mesa contou ainda com as presenças de representantes da Abrafarma e da Drogasil.

Fonte: Sinfarpe
Fotos: Chico Libório
Publicado em 12/08/2016

A diretora de formação da Fenafar e presidenta da Escola Nacional dos Farmacêuticos, Silvana Nair Leite, é uma das autoras do livro “Gestão da assistência farmacêutica: proposta para avaliação no contexto municipal”. A obra é resultado do projeto “Assistência farmacêutica nos municípios catarinenses: avaliação e qualificação da capacidade de gestão”, apoiado pela FAPESC por meio do PPSUS (Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde), coordenado por Silvana.

 

O livro conta ainda com a participação de outros professores e pesquisadores do curso de Gestão da Assistência Farmacêutica EaD, da Universidade Federal de Santa Catarina, Fernanda Manzini, Mareni Rocha Farias, Marina Raijche Mattozo Rover e Samara Jamile Mendes.

O lançamento aconteceu durante o curso de Gestão da Assistência Farmacêutica (EaD/UFSC), realizado no final de julho na UFSC.

O projeto foi desenvolvido com atividades participativas com os farmacêuticos de seis municípios catarinenses, para desenvolver indicadores sobre as necessidades locais em assistência nesse setor. Os dados foram coletados com farmacêuticos, secretários de saúde, médicos e usuários das unidades de saúde desses municípios. Os aspectos estudados foram organizacional, operacional e de sustentabilidade.

A publicação alerta para a necessidade de crescentes de investimentos em infraestrutura dos serviços, na capacitação dos profissionais, na qualificação dos processos de gestão e na maior aproximação com o planejamento em saúde.

Ao todo participaram do estudo 5 pesquisadores. Deste projeto foram geradas duas dissertações de mestrado e uma de doutorado, além da publicação lançada na sexta-feira. Segundo a coordenadora do projeto, Silvana Leite, o livro servirá de referência para que outros municípios possam fazer a avaliação da assistência farmacêutica.

Da redação com UFSC
Publicado em 11/08/2016

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