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Sinfar-AM divulga nota de repúdio a ato do governador do AM

Fenafar e Sindicato em ação

O governador do Amazonas, Wilson Lima, aumentou o salário dos servidores comissionados e manteve sem reajuste os salários dos farmacêuticos concursados. Medida despertou indignação, Leia nota assinada pela presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do Amazonas, Cecília Motta.

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NOTA DE REPÚDIO AO ATO PRATICADO PELO GOVERNADOR DO AMAZONAS, SENHOR WILSON LIMA, QUE AUMENTOU O SALÁRIO DE SERVIDORES COMISSIONADOS EM DETRIMENTO AOS SALÁRIOS DOS FARMACÊUTICOS CONCURSADOS. 

O Sindicato dos Farmacêuticos do Amazonas-SINFAR, vem a público manifestar o seu repúdio à injusta e inaceitável postura do Senhor  Wilson Lima, Governador do Estado do Amazonas, que de forma despropositada, concedeu aumento de salários dos servidores comissionados, em detrimento aos salários dos farmacêuticos concursados, que há anos estão com seus salários congelados.

A decisão do Senhor Governador do Amazonas, vem sendo objeto de critica pela mídia nacional, estanhando tal deliberação. Através de carta branca concedida pelo Poder Legislativo do Amazonas,  o Governador do Amazonas aumentou em 225% o salário dos servidores do alto escalão do Governo. E a informação que se tem é que o referido aumento dos servidores de alto escalão poderá chegar a 465%. 

O SINFAR-AM entende que o aumento concedido é absurdo e desigual, sendo, assim, inadmissível que o Sr. Wilson Lima Governador do Estado esteja discriminando os servidores públicos do Amazonas de uma determinada categoria em detrimento de outra.

O Sindicato dos Farmacêuticos-SINFAR, afirma aos seus associados e demais farmacêuticos do Amazonas, que  não irá se calar diante de tal escárnio. Não podemos permitir que atos dessa natureza praticados pelo Governador do Amazonas, atentem contra os direitos e a dignidade de seus associados, e por extensão de todos os farmacêuticos do Estado do Amazonas.

E no ensejo desta nota de repúdio ao ato praticados pelo Senhor Governador do Estado, o SINFAR-AM conclama  de forma urgente, que o Ministério Público do Amazonas e o Tribunal de Contas adotem as medidas legais pertinentes para tornar sem efeito, observadas as formalidades de praxe, a decisão injusta e absurda adotada pelo Senhor Governador.  

Manaus, 08 de Janeiro de 2020.
Cecilia Leite Motta de Oliveira
Presidente

UA-480112034-1