; Fenafar e Sindicato em ação - Fenafar

Na última quinta-feira, 26/01, às 10h30, foi realizada na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE), mais uma reunião de negociação coletiva entre Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (Sinfarmig) e Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Estado de Minas Gerais (Sindhomg). Vale lembrar que esta foi à quinta reunião, sendo duas reuniões diretas com o Sindicato patronal, uma no Ministério Público do Trabalho e duas na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.

 

Ampliar avanços nas negociações com o Sindicato dos Hospitais Clínicas e Casas de Saúde do Estado de Minas Gerais (Sindhomg) vem exigindo cada vez mais determinação e paciência dos farmacêuticos hospitalares e da diretoria do Sinfarmig.

Por causa da posição de intransigência por parte da diretoria do Sindhomg, o Sindicato dos Farmacêuticos buscou a mediação do Ministério do Trabalho para avançar nas negociações referentes à data-base de 2016. A expectativa é de que a mediação ajude a colocar um ponto final nas negociações com a celebração de uma Convenção Coletiva de Trabalho mais justa para os farmacêuticos hospitalares.

A contra proposta feita pelo Sinfarmig foi de:

1- Reajuste salarial de 10% para os Farmacêuticos Hospitalares (sendo 5% aplicado a partir de 01/06/2016, complementado pela correção de mais 5% aplicada a partir de 01/01/2017)

2- Autorização para prática da escala especial de plantão 12x36 condicionada à implantação, a partir de 01/01/2017, do Piso Salarial de R$ 3.800,00 para jornada semanal de 40 horas.

3- Renovação das demais cláusulas e condições da CCT vigente

O Sindicato patronal, Sindhomg, apresentará a resposta a essa contra proposta do Sinfarmig em reunião no Ministério do Trabalho agendada para o dia 06 de fevereiro às 10h. A reunião é aberta a todos os farmacêuticos.

Participaram desta reunião Júnia Lelis, Rilke Públio, Valdir Latorre, Luciano Marcos e Rodrigo Ribeiro (representando o Sindicato Laboral); Maria Fernanda Mendes (representando o Sindicato patronal) e Alessandra Parreiras (mediadora do MTE)

Fonte: Sinfarmig
Publicada em 30/01/17

Se o trabalhador farmacêutico tem a mesma formação e o mesmo grau de importância seja em qual for a sua área de atuação, por que uns recebem mais do que os outros em Santa Catarina? É com esta pergunta e uma proposta clara de equiparação salarial que o Sindicato dos Farmacêuticos chegará às mesas de negociações com os sindicatos patronais na campanha salarial 2017/2018. Crise? Sim, todos passamos por ela. Para os trabalhadores, ela é ainda mais grave.

 

A proposta aprovada pela categoria farmacêutica durante as assembleias que abriram a campanha no mês de dezembro é que, além da reposição (INPC), os pisos dos farmacêuticos que atuam nos hospitais, transportadoras, distribuidoras, laboratórios e indústria tenham ganho real até alcançar o maior piso farmacêutico do Estado: o dos colegas que atuam nas farmácias e drogarias da região de Itajaí.

A proposta é boa tanto para os colegas empregados quanto para os empregadores, garante a presidente Fernanda Mazzini, pois permite o parcelamento do reajuste. "Os funcionários ganham por que terão finalmente os salários com equidade em todo o Estado e os patrões também, pois poderão dividir o reajuste ao longo do ano, diminuindo o impacto nas folhas de pagamento", explica.

Veja o que diz a cláusula da correção salarial:

Os salários dos integrantes de categoria profissional serão reajustados a partir de 01.03.2017, aplicando-se o percentual de 100%(cem por cento), incidentes sobre os salários vigentes em 28.02.2017, compensadas as antecipações concedidas, acrescido de ganho real.

Parágrafo Primeiro – Aos profissionais que recebem valor salarial superior ao piso da categoria fica assegurado o direito ao recebimento do reajuste salarial na sua totalidade (INPC acrescido de 5% cinco por cento de ganho real).

Fonte: SindFar/SC
Publicado em 30/01/2017

O Sindicato dos Farmacêuticos do Amazonas realizou, no última dia 24, reunião na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Amazonas para intermidiar a negociação com o Sindicatos do Comércio Varejistas e de Drogas do Estado. Na pauta os pontos para fechar a Convenção Coletiva de Trabalho.

 

O Sindicato está reivindicando 15% de reajuste salarial e, também, que todos os farmacêuticos sejam incluídos na CCT independentemente da função desenvolvida.

“Queremos o fim da contratação como prestador de serviço, queremos assinatura na carteira de trabalho, queremos nossos direitos de acordo com o previsto na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT”, disse Cecília Mota, explicando que o com o fim da ultratividade o sindicato não quer negociaçar clausulas novas, “queremos registro em carteira, queremos nossos direitos trabalhistas de forma integral”.

Outra reivindicação da categoria é a unificação do piso salarial para a categoria. “Não importa se o farmacêutico trabalha num estaelecimento de pequeno ou grande porte, todos têm a mesma formação, trabalham no mesmo segmento e, portanto, têm o direito de receber seus salários a partir de um mesmo piso”.

O sindicato aguarda o retorno da reunião.

Indústria Química

O Sindicato está negociando, também, com o patronal da Indústria Química. “Também apresentamos o índice de 15% para o reajuste dos salários. O patronal disse que vai dar no máximo 6%, mas estamos na batalha.

Da redação
Publicado em 30/01/2017

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