; Fenafar e Sindicato em ação

Em reunião realizada no último dia 15, com o Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de Pernambuco (Sinfarpe), a advogada da rede, Izabela da Silva Leite, e a supervisora regional da empresa, Anders Eleonor, esclareceram à presidente do sindicato, Veridiana Ribeiro, e ao assessor jurídico entidade, José Leniro, que houve um possível equívoco quanto à interpretação da Farmácia Permanente em relação à CCT 2016/2017, no que tange à aplicação dos reajustes determinados na Convenção para a categoria. Por isso, os profissionais não estavam sendo contemplados com aumento da forma correta, como foi denunciado ao Sinfarpe.

A empresa, que é associada à Abrafarma, aplicou o piso estabelecido para as empresas de grande porte a partir de 1º de novembro de 2016, deixando de pagar o retroativo referente ao período de 1º de maio de 2016 a outubro de 2016.

Como a empresa pagava o piso da categoria, foi orientada a reajustar os salários dos farmacêuticos da seguinte forma: os profissionais com o piso da CCT 2015/2016 devem ter reajustados os salários para R$ 1.757,38 para a jornada de 30 horas e R$ 2.988,09 para a jornada de 40 horas, isto até 31/10/2016. A partir de 1º/11/2016 devem observar os pisos estabelecidos no item 2 da Cláusula 3ª da CCT 2016/2017, ou seja, devem pagar o valor de R$ 2.436,35 para a jornada de 30 horas; R$ 2.923,62 para a jornada de 36 horas e R$ 3.248,46 para a jornada de 40 horas.

A presidente Veridiana Ribeiro explicou que a interpretação da CCT realizada pela empresa estava equivocada e que esta deveria rever seu posicionamento o mais rápido possível, a fim de que os profissionais não sejam ainda mais prejudicados.

O advogado do Sinfarpe, Dr. José Leniro se comprometeu em elaborar um documento esclarecendo as dúvidas de como efetuar o reajuste conforme preconiza a CCT 2016/2017 e já encaminhou e-mail para a assessora jurídica da rede conforme solicitado.

Além das correções salariais, a Permanente terá que reajustar ainda os outros benefícios financeiros da categoria, como o Adicional de Responsabilidade Técnica - RT e vale alimentação, pagando os retroativos sobre esses benefícios.

O sindicato estará acompanhando todo o processo de reajuste salarial previsto na Convenção Coletiva de 2016/2017 e está convocando várias empresas, para esclarecer e exigir seu cumprimento.

Fonte: Sinfarpe
Publicado em 22/05/2017

 

Farmacêuticos Hospitalares participaram nesta terça-feira, 16, da 2ª Assembleia para discutir a a contraproposta de convenção feita pelo Sindicato dos Hospitais (SindHoesg). A vice-presidente do Sinfargo, Mirtes Bezerra, apresentou a proposta à categoria. “Todos os aspectos referentes a aumento salarial foram negados. Eles concordaram apenas com o que não vai gerar um financeiro”.

Negativas

O Sindhoesg não concordou em criar um piso salarial para a categoria, pagar gratificação e incentivo por assiduidade. Também foram contra fornecer benefícios de plano de saúde, refeição e seguro de vida aos farmacêuticos que trabalham em hospitais de Goiás. O Sinfargo propôs um aumento de 9%, todavia o Sindicato dos Hospitais se prontificou a pagar 6%, alegando dificuldades financeiras, diante dos repasses do SUS que não são reajustados.

Aceita

Adicional de tempo de serviço e noturno foram aceitos, como também o salário substitutivo. “A pessoa que assume o cargo de alguém que sai de licença vai receber o valor que a licenciada recebe”. Auxílio creche de 50%, por filho, durante 6 meses, também foi aceito. Aprovaram ainda liberação para aperfeiçoamento profissional sem precisar repor o dia de serviço ou descontar no salário.

Decisão

Os farmacêuticos aceitaram alguns pontos do acordo e o Sindicato dos Farmacêuticos se reunirá novamente com o Sindhoesg.

Fonte: Sinfargo
Publicado em 22/05/2017

 

O Sinfar-SP apurou, recentemente, denúncias de que a Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (FAMESP), contratada como Organização Social de Saúde para gerir unidades de saúde pública pela Prefeitura Municipal de Bauru, no interior de São Paulo, não efetuou o reajuste determinado pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) celebrada a partir de setembro de 2016 entre o sindicato e o SINDHOSFIL.

A CCT, firmada em fevereiro deste ano, previa reajuste de 9,62% e pagamento dos valores retroativos referentes a setembro, outubro, novembro, dezembro e janeiro, que deveriam ser pagas entre março e maio de 2017.

O departamento jurídico do Sinfar-SP ajuizou a ação em favor dos farmacêuticos, pleiteando a fixação do reajuste e o pagamento retroativo desde setembro até o efetivo pagamento. Além disso, o processo reivindica o pagamento de multa por descumprimento da CCT a cada farmacêutico contratado da OSS. A ação tramita na Vara do Trabalho de Bauru.

Fonte: Sinfar-SP
Publicado em 22/05/2017

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