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Aconteceu de 19 a 21 de junho o 1º Fórum Regional de Estudantes de Farmácia (Foref) em Belém – PA. O principal objetivo do evento foi discutir a atuação do profissional farmacêutico e sua inserção no mercado de trabalho. Representou a Fenafar a diretora Fani Dolabela e a Escola Nacional dos Farmacêuticos Priscila Valtier.

A campanha salarial 2017 ainda não encerrou para toda a categoria. O Sindicato dos Farmacêuticos de Minas – Sinfarmig ainda está em processo de negociação com as entidades patronais dos farmacêuticos hospitalares, farmacêuticos industriais e de transportadoras. Até o momento foram finalizadas as Convenções Coletivas de Trabalho (CCT) dos farmacêuticos que atuam em farmácias, drogarias e distribuidoras e os analistas clínicos. Confira abaixo o andamento das negociações:

A reunião da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado acabou de rejeitar, por 10 votos contra e 9 votos à favor, o relatório apresentado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB/ES) que avaliza a proposta aprovada na Câmara, que trata da exclusão da legislação protetiva aos trabalhadores e trabalhadoras, na chamada reforma trabalhista (PLC 38/2017).

A Justiça do Trabalho, com suas limitações, complexidades e idiossincrasias, representa o único local em que as trabalhadoras e trabalhadores brasileiros conseguem fazer valer, ainda que de forma tardia e parcial, seus direitos trabalhistas. A ausência de qualquer garantia contra a despedida, na prática das relações de trabalho no Brasil, torna esse triste quadro ainda mais verdadeiro.

Na tarde de hoje (20), logo após a derrota de Temer na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), de tentativa de supressão dos direitos trabalhistas, as centrais sindicais já passaram a preparar suas estratégias para as próximas batalhas.

A pressão dos sindicalistas em Brasília, somado as articulações dos senadores de oposição resultou num acordo que assegurou mais tempo para o debate na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado da proposta de reforma trabalhista (PLC 38/2017).

Nesta quarta-feira, a presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do Acre e diretora de Assuntos Jurídicos da Fenafar, Isabela Sobrinho, participou na TV Acre de reportagem sobre descarte de medicamentos domiciliares.

Nos dias 13 e 14 de junho aconteceu, em Brasília, a 30ª Reunião Ordinária do Comitê Nacional para Promoção do Uso Racional de Medicamentos. A Fenafar esteve representada por sua titular, a farmacêutica Célia Chaves.

Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que a compra de medicamentos representa uma das principais fontes de despesa para os sistemas públicos de saúde. Para compreender os gastos voltados para a assistência farmacêutica no Brasil, pesquisadores de três instituições, entre elas a Fiocruz, fizeram uma análise das compras realizadas pelo governo federal no período compreendido entre janeiro de 2006 e dezembro de 2013.

Até o FMI admite: as finanças do Estado não podem ser administradas como as contas de uma família, ao contrário do que pregam os economistas ortodoxos.

Por Pedro Paulo Zahluth Bastos*

A Frente Brasil Popular, formada por movimentos sociais e políticos e apoiada pelas centrais sindicais, realizou nesta segunda-feira (29) um ato no teatro Tuca, na PUC-SP, por eleições diretas e para o lançamento do Plano Popular de Emergência, um documento com dez pontos que apresenta uma proposta politica e econômica para o país.

Pode ser "a maior manifestação política de nossa história", afirmou um dos presentes a encontro na USP que reuniu intelectuais, estudantes e políticos para defender um "projeto" para o país.

A greve geral desta sexta-feira (28) é um movimento "para construir o Brasil", disse o economista e ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira, ao fechar ato, ontem à noite, que lançou o Projeto Brasil Nação, que reúne intelectuais e políticos no espectro de centro-esquerda contra o governo Temer e por uma visão de Estado que priorize o desenvolvimento a partir de um viés nacionalista. Um manifesto lido na Sala Francisco Morato (conhecida como Sala dos Estudantes) da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, no Largo São Francisco, região central da cidade, é resultado de três meses de conversas, a partir de uma preocupação com o que Bresser-Pereira chamou de "desunião" da sociedade. Dali nasceu um projeto que aponta "a violência contra o povo brasileiro, mas também aponta um caminho".

Nomes como o do ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes (PDT) e do ex-ministro e ex-prefeito Fernando Haddad (PT) participaram dessas conversas, assim como o jurista Fabio Konder Comparato. Todos estavam na mesa de lançamento do manifesto, ao lado de nomes como o do embaixador Celso Amorim e do escritor Raduan Nassar, que em fevereiro protagonizou uma polêmica ao criticar o governo diante do ministro da Cultura, Roberto Freire. Bastante solicitado e aplaudido, ele não discursou ontem, nem fez declarações antes ou depois do evento.

"Vai ser o maior movimento popular da história moderna do Brasil, pós 64", disse Ciro Gomes ao coletivo Jornalistas Livres, após o evento, comentando a greve. Para ele, há chance de ainda barrar as reformas. "A base do canalha, a quadrilha que hoje manda no Congresso, só tem um medo: de um povo informado que anuncie que um voto contra o povo, agora, doravante, não será mais impune."

Em uma das primeiras fileiras da plateia que lotou o salão, entre outros, estava a ativista de direitos humanos Margarida Genevois, 94 anos completados em março. Próximo, o economista Antonio Corrêa de Lacerda, outro signatário do manifesto, como o empresário Mário Bernardini, além do historiador José Luiz del Roio e do jornalista Raimundo Rodrigues Pereira. Entre os políticos, foram ao evento o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e os deputados federais Carlos Zarattini (PT-SP, líder da bancada na Câmara) e Orlando Silva (PCdoB-SP).

Comparato observou que qualquer mudança precisa de participação popular. "Não somos nós que vamos reconstruir o Brasil, deve ser o povo brasileiro. Nós temos de pôr o povo não não condição de figurante do teatro político, como foi até hoje, mas como soberano", afirmou. "Qual é o coração de uma nação? É o povo."

"Intelectuais não resolvem muita coisa", endossaria, pouco depois, o próprio Bresser-Pereira. "Nós precisamos de políticos", acrescentou, dizendo-se preocupado com a tentativa de "desmoralização" da política no Brasil. Ele citou a importância da presença de nomes como Ciro e Haddad para discutir o que chamou de "novo desenvolvimentismo", uma renovação das ideias sobre desenvolvimento, que sejam progressistas e sociais. "O Brasil precisa voltar a ser nação."

Não é o caso do atual governo, que no manifesto é apontado como "antinacional e antipopular". Segundo o texto, a política macroeconômica imposta ao país pela gestão Temer apenas agravou a recessão.

Petrobras "esquartejada"

"Buscando reduzir o Estado a qualquer custo, o governo corta gastos e investimentos públicos, esvazia o BNDES, esquarteja a Petrobras, desnacionaliza serviços públicos, oferece grandes obras públicas apenas a empresas estrangeiras, abandona a política de conteúdo nacional, enfraquece a indústria nacional e os programas de defesa do país, e liberaliza a venda de terras a estrangeiros, inclusive em áreas sensíveis ao interesse nacional", afirma o manifesto, com mais de 9 mil assinaturas até ontem.

"Existe uma alternativa à política populista econômica de direita – e também de esquerda", disse Bresser-Pereira. "Nós, nacionalistas, desenvolvimentistas e progressistas, sofremos uma derrota com o fracasso do governo da Dilma", acrescentou, criticando os que assumiram o poder a partir de um golpe, "usando toda a imprensa a favor deles", com a visão de que "a solução é liberalizar tudo, é reduzir o tamanho do Estado". O documento lista cinco pontos macroeconômicos centrais (leia a íntegra ao final deste texto, além dos subscritores originais).

O momento é de partilhar ideias e lutar por elas, disse o economista e também ex-ministro Luiz Gonzaga Belluzzo. "Não é hora de ficar com disse-me-disse. Nós, intelectuais, precisamos vestir a roupa do homem comum, prescrutar a sua alma", afirmou, para citar aquele que ele considera seu "maior inspirador" nos últimos tempos, o Papa Francisco: "A política não deve ser feita por aqueles que prezam suas mansões, seus carros de luxo, mas pelo homem comum".

Voltando dos Estados Unidos, Amorim contou ter dificuldades para explicar o que aconteceu no Brasil. Disse ter se saído com uma comparação: "Imagine o Trump substituindo o Obama sem uma eleição. Foi o que aconteceu". Apresentado por Ciro Gomes como responsável pela política externa mais "audaciosa", talvez, desde o Barão do Rio Branco (pioneiro da diplomacia brasileira), o ex-ministro fez referência à Emenda Constitucional 95, que congela gastos públicos. "Nunca vi no mundo um congelamento de despesas sociais por 20 anos, por emenda constitucional. Isso não existe."

Presidente do Clube de Engenharia, Pedro Celestino afirmou que o Brasil não teve uma simples mudança de governo, mas uma ruptura. "O que está em jogo é a destruição de um modelo de desenvolvimento", afirmou, pregando "defesa intransigente da democracia, do nosso ordenamento jurídico, da nossa Constituição, dos direitos sociais e trabalhistas e da soberania", Um dos focos do golpe, avalia, foi "o fato de termos descoberto a maior reserva de petróleo de boa qualidade nos últimos 30 anos", referindo-se ao pré-sal. Por todos esses fatores, ele acredita que a greve geral de hoje pode se tornar "a maior manifestação política de nossa história, unitária, madura e democrática".

Contra a greve "se levantam todas as velhas forças do sistema oligárquico", afirmou a professora e economista Leda Paulani. "A greve geral é uma resposta ao assalto que foi perpetrado no Brasil. Assalto ao poder, aos sonhos, à esperança de que o Brasil pode vir a se constituir como nação, efetivamente."

O ato foi aberto com a interpretação do Hino Nacional pela soprano Lucila Tragtenberg. "O país inteiro está sob ataque. Onde a gente olha, há uma sanha destruidora em curso." O evento foi organizado pelo Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé.

Confira a íntegra do manifesto do Projeto Brasil Nação, e seus subscritores originais

O Brasil vive uma crise sem precedentes. O desemprego atinge níveis assustadores. Endividadas, empresas cortam investimentos e vagas. A indústria definha, esmagada pelos juros reais mais altos do mundo e pelo câmbio sobreapreciado. Patrimônios construídos ao longo de décadas são desnacionalizados.

Mudanças nas regras de conteúdo local atingem a produção nacional. A indústria naval, que havia renascido, decai. Na infraestrutura e na construção civil, o quadro é de recuo. Ciência, cultura, educação e tecnologia sofrem cortes.

Programas e direitos sociais estão ameaçados. Na saúde e na Previdência, os mais pobres, os mais velhos, os mais vulneráveis são alvo de abandono.

A desigualdade volta a aumentar, após um período de ascensão dos mais pobres. A sociedade se divide e se radicaliza, abrindo espaço para o ódio e o preconceito.

No conjunto, são as ideias de nação e da solidariedade nacional que estão em jogo. Todo esse retrocesso tem apoio de uma coalizão de classes financeiro-rentista que estimula o país a incorrer em deficits em conta corrente, facilitando assim, de um lado, a apreciação cambial de longo prazo e a perda de competitividade de nossas empresas, e, de outro, a ocupação de nosso mercado interno pelas multinacionais, os financiamentos externos e o comércio desigual.

Esse ataque foi desfechado num momento em que o Brasil se projetava como nação, se unindo a países fora da órbita exclusiva de Washington. Buscava alianças com países em desenvolvimento e com seus vizinhos do continente, realizando uma política externa de autonomia e cooperação. O país construía projetos com autonomia no campo do petróleo, da defesa, das relações internacionais, realizava políticas de ascensão social, reduzia desigualdades, em que pesem os efeitos danosos da manutenção dos juros altos e do câmbio apreciado.

Para o governo, a causa da grande recessão atual é a irresponsabilidade fiscal; para nós, o que ocorre é uma armadilha de juros altos e de câmbio apreciado que inviabiliza o investimento privado. A política macroeconômica que o governo impõe à nação apenas agravou a recessão. Quanto aos juros altíssimos, alega que são “naturais”, decorrendo dos déficits fiscais, quando, na verdade, permaneceram muito altos mesmo no período em que o país atingiu suas metas de superávit primário (1999-2012).

Buscando reduzir o Estado a qualquer custo, o governo corta gastos e investimentos públicos, esvazia o BNDES, esquarteja a Petrobrás, desnacionaliza serviços públicos, oferece grandes obras públicas apenas a empresas estrangeiras, abandona a política de conteúdo nacional, enfraquece a indústria nacional e os programas de defesa do país, e liberaliza a venda de terras a estrangeiros, inclusive em áreas sensíveis ao interesse nacional.

Privatizar e desnacionalizar monopólios serve apenas para aumentar os ganhos de rentistas nacionais e estrangeiros e endividar o país.

O governo antinacional e antipopular conta com o fim da recessão para se declarar vitorioso. A recuperação econômica virá em algum momento, mas não significará a retomada do desenvolvimento, com ascensão das famílias e avanço das empresas. Ao contrário, o desmonte do país só levará à dependência colonial e ao empobrecimento dos cidadãos, minando qualquer projeto de desenvolvimento.

Para voltar a crescer de forma consistente, com inclusão e independência, temos que nos unir, reconstruir nossa nação e definir um projeto nacional. Um projeto que esteja baseado nas nossas necessidades, potencialidades e no que queremos ser no futuro. Um projeto que seja fruto de um amplo debate.

É isto que propomos neste manifesto: o resgate do Brasil, a construção nacional.

Temos todas as condições para isso. Temos milhões de cidadãos criativos, que compõem uma sociedade rica e diversificada. Temos música, poesia, ciência, cinema, literatura, arte, esporte – vitais para a construção de nossa identidade.

Temos riquezas naturais, um parque produtivo amplo e sofisticado, dimensão continental, a maior biodiversidade do mundo. Temos posição e peso estratégicos no planeta. Temos histórico de cooperação multilateral, em defesa da autodeterminação dos povos e da não intervenção.

O governo reacionário e carente de legitimidade não tem um projeto para o Brasil. Nem pode tê-lo, porque a ideia de construção nacional é inexistente no liberalismo econômico e na financeirização planetária.

Cabe a nós repensarmos o Brasil para projetar o seu futuro – hoje bloqueado, fadado à extinção do empresariado privado industrial e à miséria dos cidadãos.

Nossos pilares são: autonomia nacional, democracia, liberdade individual, desenvolvimento econômico, diminuição da desigualdade, segurança e proteção do ambiente – os pilares de um regime desenvolvimentista e social.

Para termos autonomia nacional, precisamos de uma política externa independente, que valorize um maior entendimento entre os países em desenvolvimento e um mundo multipolar.

Para termos democracia, precisamos recuperar a credibilidade e a transparência dos poderes da República. Precisamos garantir diversidade e pluralidade nos meios de comunicação. Precisamos reduzir o custo das campanhas eleitorais, e diminuir a influência do poder econômico no processo político, para evitar que as instituições sejam cooptadas pelos interesses dos mais ricos.

Para termos Justiça precisamos de um Poder Judiciário que atue nos limites da Constituição e seja eficaz no exercício de seu papel. Para termos segurança, precisamos de uma polícia capacitada, agindo de acordo com os direitos humanos.

Para termos liberdade, precisamos que cada cidadão se julgue responsável pelo interesse público.

Precisamos estimular a cultura, dimensão fundamental para o desenvolvimento humano pleno, protegendo e incentivando as manifestações que incorporem a diversidade dos brasileiros.

Para termos desenvolvimento econômico, precisamos de investimentos públicos (financiados por poupança pública) e principalmente investimentos privados. E para os termos precisamos de uma política fiscal, cambial socialmente responsáveis; precisamos juros baixos e taxa de câmbio competitiva; e precisamos ciência e tecnologia.

Para termos diminuição da desigualdade, precisamos de impostos progressivos e de um Estado de bem-estar social amplo, que garanta de forma universal educação, saúde e renda básica. E precisamos garantir às mulheres, aos negros, aos indígenas e aos LGBT direitos iguais aos dos homens brancos e ricos.

Para termos proteção do ambiente, precisamos cuidar de nossas florestas, economizar energia, desenvolver fontes renováveis e participar do esforço para evitar o aquecimento global.

Neste manifesto inaugural estamos nos limitando a definir as políticas públicas de caráter econômico. Apresentamos, assim, os cinco pontos econômicos do Projeto Brasil Nação.

1 Regra fiscal que permita a atuação contracíclica do gasto público, e assegure prioridade à educação e à saúde

2 Taxa básica de juros em nível mais baixo, compatível com o praticado por economias de estatura e grau de desenvolvimento semelhantes aos do Brasil

3 Superávit na conta corrente do balanço de pagamentos que é necessário para que a taxa de câmbio seja competitiva

4 Retomada do investimento público em nível capaz de estimular a economia e garantir investimento rentável para empresários e salários que reflitam uma política de redução da desigualdade

5 Reforma tributária que torne os impostos progressivos

Esses cinco pontos são metas intermediárias, são políticas que levam ao desenvolvimento econômico com estabilidade de preços, estabilidade financeira e diminuição da desigualdade. São políticas que atendem a todas as classes exceto a dos rentistas.

A missão do Projeto Brasil Nação é pensar o Brasil, é ajudar a refundar a nação brasileira, é unir os brasileiros em torno das ideias de nação e desenvolvimento – não apenas do ponto de vista econômico, mas de forma integral: desenvolvimento político, social, cultural, ambiental; em síntese, desenvolvimento humano. Os cinco pontos econômicos do Projeto Brasil são seus instrumentos – não os únicos instrumentos, mas aqueles que mostram que há uma alternativa viável e responsável para o Brasil.

Subscritores originais

LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA, economista

ELEONORA DE LUCENA, jornalista

CELSO AMORIM, embaixador

RADUAN NASSAR, escritor

CHICO BUARQUE DE HOLLANDA, músico e escritor

MARIO BERNARDINI, engenheiro

FERNANDO BUENO, empresário

ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, físico

ROBERTO SCHWARZ, crítico literário

PEDRO CELESTINO, engenheiro

FÁBIO KONDER COMPARATO, jurista

KLEBER MENDONÇA FILHO, cineasta

LAERTE, cartunista

JOÃO PEDRO STEDILE, ativista social

WAGNER MOURA, ator e cineasta

VAGNER FREITAS, sindicalista

MARGARIDA GENEVOIS, ativista de direitos humanos

FERNANDO HADDAD, professor universitário

MARCELO RUBENS PAIVA, escritor

MARIA VICTORIA BENEVIDES, socióloga

LUIZ COSTA LIMA, crítico literário

CIRO GOMES, político

LUIZ GONZAGA DE MELLO BELLUZZO, economista

ALFREDO BOSI, crítico e historiador

ECLEA BOSI, psicóloga

LUIS FERNANDO VERÍSSIMO, escritor

MANUELA CARNEIRO DA CUNHA , antropóloga

FERNANDO MORAIS, jornalista

LEDA PAULANI, economista

ANDRÉ SINGER, cientista político

PAUL SINGER, economista

LUIZ CARLOS BARRETO, cineasta

PAULO SÉRGIO PINHEIRO, sociólogo

MARIA RITA KEHL, psicanalista

ERIC NEPOMUCENO, jornalista

CARINA VITRAL, estudante

LUIZ FELIPE DE ALENCASTRO, historiador

ROBERTO SATURNINO BRAGA, engenheiro e político

ROBERTO AMARAL, cientista político

EUGENIO ARAGÃO, subprocurador geral da república

ERMÍNIA MARICATO, arquiteta

TATA AMARAL, cineasta

MARCIA TIBURI, filósofa

NELSON BRASIL, engenheiro

GILBERTO BERCOVICI, advogado

OTAVIO VELHO, antropólogo

GUILHERME ESTRELLA, geólogo

JOSÉ GOMES TEMPORÃO, médico

LUIZ ALBERTO DE VIANNA MONIZ BANDEIRA, historiador

FREI BETTO, religioso e escritor

HÉLGIO TRINDADE, cientista político

RENATO JANINE RIBEIRO, filósofo

ENNIO CANDOTTI, físico

SAMUEL PINHEIRO GUIMARÃES, embaixador

FRANKLIN MARTINS, jornalista

MARCELO LAVENERE, advogado

BETE MENDES, atriz

JOSÉ LUIZ DEL ROIO, ativista político

VERA BRESSER-PEREIRA, psicanalista

AQUILES RIQUE REIS, músico

RODOLFO LUCENA, jornalista

MARIA IZABEL AZEVEDO NORONHA, professora

JOSÉ MARCIO REGO, economista

OLÍMPIO ALVES DOS SANTOS, engenheiro

GABRIEL COHN, sociólogo

AMÉLIA COHN, socióloga

ALTAMIRO BORGES, jornalista

REGINALDO MATTAR NASSER, sociólogo

JOSÉ JOFFILY, cineasta

ISABEL LUSTOSA, historiadora

ODAIR DIAS GONÇALVES, físico

PEDRO DUTRA FONSECA, economista

ALEXANDRE PADILHA, médico

RICARDO CARNEIRO, economista

JOSÉ VIEGAS FILHO, diplomata

PAULO HENRIQUE AMORIM, jornalista

PEDRO SERRANO, advogado

MINO CARTA, jornalista

LUIZ FERNANDO DE PAULA, economista

IRAN DO ESPÍRITO SANTOS, artista

HILDEGARD ANGEL, jornalista

PEDRO PAULO ZALUTH BASTOS, economista

SEBASTIÃO VELASCO E CRUZ, cientista político

MARCIO POCHMANN, economista

LUÍS AUGUSTO FISCHER, professor de literatura

MARIA AUXILIADORA ARANTES, psicanalista

ELEUTÉRIO PRADO, economista

HÉLIO CAMPOS MELLO, jornalista

ENY MOREIRA, advogada

NELSON MARCONI, economista

SÉRGIO MAMBERTI, ator

JOSÉ CARLOS GUEDES, psicanalista

JOÃO SICSÚ, economista

RAFAEL VALIM, advogado

MARCOS GALLON, curador

MARIA RITA LOUREIRO, socióloga

ANTÔNIO CORRÊA DE LACERDA, economista

LADISLAU DOWBOR, economista

CLEMENTE LÚCIO, economista

ARTHUR CHIORO, médico

TELMA MARIA GONÇALVES MENICUCCI, cientista política

NEY MARINHO, psicanalista

FELIPE LOUREIRO, historiador

EUGÊNIA AUGUSTA GONZAGA, procuradora

CARLOS GADELHA, economista

PEDRO GOMES, psicanalista

CLAUDIO ACCURSO, economista

EDUARDO GUIMARÃES, jornalista

REINALDO GUIMARÃES, médico

CÍCERO ARAÚJO, cientista político

VICENTE AMORIM, cineasta

EMIR SADER, sociólogo

SÉRGIO MENDONÇA, economista

FERNANDA MARINHO, psicanalista

FÁBIO CYPRIANO, jornalista

VALESKA MARTINS, advogada

LAURA DA VEIGA, socióloga

JOÃO SETTE WHITAKER FERREIRA, urbanista

FRANCISCO CARLOS TEIXEIRA DA SILVA, historiador

CRISTIANO ZANIN MARTINS, advogado

SÉRGIO BARBOSA DE ALMEIDA, engenheiro

FABIANO SANTOS, cientista político

NABIL ARAÚJO, professor de letras

MARIA NILZA CAMPOS, psicanalista

LEOPOLDO NOSEK, psicanalista

WILSON AMENDOEIRA, psicanalista

NILCE ARAVECCHIA BOTAS, arquiteta

PAULO TIMM, economista

MARIA DA GRAÇA PINTO BULHÕES, socióloga

OLÍMPIO CRUZ NETO, jornalista

RENATO RABELO, político

MAURÍCIO REINERT DO NASCIMENTO, administrador

ADHEMAR BAHADIAN, embaixador

ANGELO DEL VECCHIO, sociólogo

MARIA THERESA DA COSTA BARROS, psicóloga

GENTIL CORAZZA, economista

LUCIANA SANTOS, deputada

RICARDO AMARAL, jornalista

BENEDITO TADEU CÉSAR, economista

AÍRTON DOS SANTOS, economista

JANDIRA FEGHALI, deputada

LAURINDO LEAL FILHO, jornalista

ALEXANDRE ABDAL, sociólogo

LEONARDO FRANCISCHELLI, psicanalista

MARIO CANIVELLO, jornalista

MARIO RUY ZACOUTEGUY, economista

ANNE GUIMARÃES, cineasta

ROSÂNGELA RENNÓ, artista

EDUARDO FAGNANI, economista

REBECA SCHWARTZ, psicóloga

MOACIR DOS ANJOS, curador

REGINA GLORIA NUNES DE ANDRADE, psicóloga

RODRIGO VIANNA, jornalista

LUCAS JOSÉ DIB, cientista político

WILLIAM ANTONIO BORGES, administrador

PAULO NOGUEIRA, jornalista

OSWALDO DORETO CAMPANARI, médico

CARMEM DA COSTA BARROS, advogada

EDUARDO PLASTINO, consultor

ANA LILA LEJARRAGA, psicóloga

CASSIO SILVA MOREIRA, economista

MARIZE MUNIZ, jornalista

VALTON MIRANDA, psicanalista

MIGUEL DO ROSÁRIO, jornalista

HUMBERTO BARRIONUEVO FABRETTI, advogado

FABIAN DOMINGUES, economista

KIKO NOGUEIRA, jornalista

FANIA IZHAKI, psicóloga

CARLOS HENRIQUE HORN, economista

BETO ALMEIDA, jornalista

JOSÉ FRANCISCO SIQUEIRA NETO, advogado

PAULO SALVADOR, jornalista

WALTER NIQUE, economista

CLAUDIA GARCIA, psicóloga

LUIZ CARLOS AZENHA, jornalista

RICARDO DATHEIN, economista

ETZEL RITTER VON STOCKERT, matemático

ALBERTO PASSOS GUIMARÃES FILHO, físico

BERNARDO KUCINSKI, jornalista e escritor

DOM PEDRO CASALDÁLIGA, religioso

ENIO SQUEFF, artista plástico

FERNANDO CARDIM DE CARVALHO, economista

GABRIEL PRIOLLI, jornalista

GILBERTO MARINGONI, professor de relações internacionais

HAROLDO CERAVOLO SEREZA, jornalista e editor

HAROLDO LIMA, político e engenheiro

HAROLDO SABOIA, constituinte de 88, economista

AFRÂNIO GARCIA, cientista social

IGOR FELIPPE DOS SANTOS, jornalista

JOSÉ EDUARDO CASSIOLATO, economista

JOSÉ GERALDO COUTO, jornalista e tradutor

LISZT VIEIRA, advogado e professor universitário

LÚCIA MURAT, cineasta

LUIZ ANTONIO CINTRA, jornalista

LUIZ PINGUELLI ROSA, físico, professor universitário

MARCELO SEMIATZH, fisioterapeuta

MICHEL MISSE, sociólogo

ROGÉRIO SOTTILI, historiador

TONI VENTURI, cineasta

VLADIMIR SACCHETTA, jornalista

ADRIANO DIOGO, político

MARCELO AULER, jornalista

MARCOS COSTA LIMA, cientista político

RAUL PONT, historiador

DANILO ARAUJO FERNANDES, economista

DIEGO PANTASSO, cientista político

ENNO DAGOBERTO LIEDKE FILHO, sociólogo

JOÃO CARLOS COIMBRA, biólogo

JORGE VARASCHIN, economista

RUALDO MENEGAT, geólogo

PATRÍCIA BERTOLIN, professora universitária

MARISA SOARES GRASSI, procurador aposentada

MARIA ZOPPIROLLI, Advogada

MARIA DE LOURDES ROLLEMBERG MOLLO, economista

LUIZ ANTONIO TIMM GRASSI, engenheiro

LIÉGE GOUVÊIA, juíza

LUIZ JACOMINI, jornalista

LORENA HOLZMANN, socióloga

LUIZ ROBERTO PECOITS TARGA, economista

Fonte: Rede Brasi Atual
Publicado em 28/04/2017

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