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Política de Vigilância em Saúde pode ser estratégia de combate ao câncer

Saúde

O presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e da Fenafar, Ronald dos Santos, participou nesta terça (28/11), na Câmara dos Deputados, em Brasília, da Sessão Solene pelo Dia Nacional de Combate ao Câncer. Veja vídeo da saudação.

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o câncer é um dos maiores desafios para os sistemas de saúde, sendo a segunda causa de morte na população brasileira. A iniciativa da solenidade foi do deputado federal Hiran Gonçalves (PP/RR).

O Dia Nacional de Combate ao Câncer, que é celebrado no dia 27 de novembro, foi instituído pelo Ministério da Saúde em 1988 com o objetivo de conscientizar a população a respeito da importância do diagnóstico precoce e da adoção de medidas de prevenção contra a doença. Ronald dos Santos relacionou a data com a Política Nacional de Vigilância em Saúde, que deverá ser construída durante a 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (1ª CNVS), prevista para o 1º trimestre de 2018.

“No ano que o Sistema Único de Saúde (SUS) completa 30 anos, em 2018. Iremos oferecer a todo o povo brasileiro uma Política Nacional de Vigilância em Saúde, que possa atuar sobre os riscos e diversos agravos”, disse, frisando que as vigilâncias são importantes para a prevenção de doenças e redução de danos.

 

 

De acordo com a ANS, os principais tipos de câncer que acometem a população brasileira são: o câncer de pele, próstata, mama, traqueia, brônquios e pulmão, cólon e reto. Entre as mulheres, o principal causador de mortes é o câncer de mama. Segundo a ANS, nos homens, de todas as regiões do país, o câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais incidente, com 28,6% dos casos, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma.

Saiba mais sobre outros tipos de Câncer

Novembro Azul

Desde 2011, novembro vem sendo o mês utilizado como marco de reforço das orientações sobre a prevenção do câncer de próstata, é o chamado Novembro Azul. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), entre 2016 e 2017, foram estimados 61.200 novos casos da doença no Brasil com cerca de 25% de mortes devido à doença.

Para Marlene Oliveira, idealizadora da campanha Novembro Azul, em entrevista ao Portal da Câmara, o importante é que a campanha não aparece só este mês, “É uma campanha permanente, em que, durante todo o ano, fazemos um trabalho muito forte, para, ao chegar a novembro, focarmos no câncer de próstata”.

Fonte: SUSConecta
Publicado em 29/11/2017

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