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Sinfarpe se reúne com Pague Menos para discutir renovação do ACT

Fenafar e Sindicato em ação

A diretoria do Sinfarpe se reuniu com advogados e a Coordenadoria de Relações Sindicais da Pague Menos para discutir a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho para o período 2018/2020. A reunião, ocorrida no dia 28 de junho, foi considerada positiva pelos dirigentes sindicais.

A minuta do ACT foi entregue aos representantes da empresa, que fizeram algumas considerações sobre o documento, entre as quais, inserir o Acordo na Convenção Coletiva das Farmácias e Drogarias, que está em negociação com o Sincofarma.

A ideia, segundo os interlocutores do patronato, é transformar os dois instrumentos num único, que facilite a administração e aplicação dos direitos aos profissionais no Estado. Mas para a presidente do Sinfarpe, Veridiana Ribeiro, a incorporação pode não ser a melhor saída, visto que a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) engloba diversas outras empresas, que podem não aceitar as propostas contidas no ACT da Pague Menos. Sem contar que a negociação com o Sincofarma não será fácil e a avaliação do Sinfarpe é de que provavelmente vá para dissídio, levando-se em conta que alguns patrões têm apresentado contrapropostas inaceitáveis.

Com essa condição explicada, os representantes da rede decidiram aguardar o desenrolar das negociações da Convenção, e caso ela não seja fechada com o sindicato patronal, se comprometeram a sentar novamente com o Sinfarpe para reavaliar a renegociação do Acordo Coletivo. Durante este processo, o canal de diálogo continuará aberto entre as partes para quaisquer posicionamentos. “O sindicato vai insistir no fechamento do ACT. A Pague Menos é a rede que mais emprega farmacêuticos no Estado e ter um acordo acertado com ela é uma importante garantia para os profissionais. Enfatizamos que estamos abertos a discussões com qualquer empresa disposta a sentar conosco para firmar Acordos Coletivos, que são processos de negociação mais rápidos e válidos. Visto que agora o negociado se sobrepõe ao legislado, optar por este instrumento implicaria em menos desgaste para as partes envolvidas!”, ponderou Veridiana.

Participaram da reunião por parte do Sinfarpe, além da presidente, o advogado Josenildo Araújo e a coordenadora Andréa Alcântara Ribeiro.

Fonte: Sinfarpe
Publicado em 04/07/2018

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