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PE: Farmacêuticos Do Lafepe Aprovam, Por Unanimidade, ACT 2017/2018

Fenafar e Sindicato em ação

Por unanimidade, os farmacêuticos do Lafepe decidiram em assembleia, realizada no final da tarde desta quinta-feira, 03, no auditório do Conselho Regional de Farmácia (CRF), reiterar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) vigente e acrescentar os seguintes pontos na pauta de 2017/2018: unificação da jornada, incorporação da gratificação, inserção da ultratividade, insalubridade e o Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos profissionais que atuam na instituição.

Por unanimidade, os farmacêuticos do Lafepe decidiram em assembleia, realizada no final da tarde desta quinta-feira, 03, no auditório do Conselho Regional de Farmácia (CRF), reiterar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) vigente e acrescentar os seguintes pontos na pauta de 2017/2018: unificação da jornada, incorporação da gratificação, inserção da ultratividade, insalubridade e o Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos profissionais que atuam na instituição.

O documento será encaminhado pela Assessoria Jurídica do Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de Pernambuco (Sinfarpe) até o dia 11 de agosto, e será solicitado um prazo de 30 dias após o protocolamento no Lafepe, para que a diretoria da empresa encaminhe uma contraproposta. A assembleia para decidir os encaminhamentos da pauta contou com vários farmacêuticos da instituição, com muita discussão sobre os pontos a serem mantidos e/ou acrescentados.

Além de tratarem do ACT, os diretores do Sinfarpe, Veridiana Ribeiro, Rodrigo Vasconcelos, Luciano Barros, e o advogado da entidade sindical, José Leniro, abordaram outras questões relacionadas às reformas trabalhistas e a perda dos direitos que a classe trabalhadora sofrerá quando elas entrarem em vigor, a partir do próximo mês de novembro. Salientaram para a necessidade da categoria se unir ainda mais ao sindicato para evitar mais perdas.

“Agora, mais do que nunca, é indispensável a união dos trabalhadores com as entidades sindicais para o fortalecimento da luta, uma vez que o governo vem tentando excluir direitos trabalhistas e intimidar os sindicatos para o enfrentamento em defesa de suas categorias”, destacou Veridiana.

Fonte: Sinfarpe
Publicado em 09/08/2017

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