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Neste ano, duas farmacêuticas foram assassinadas. “Isso é revoltante e inaceitável. Mostra que a violência contra a mulher não escolhe classe social, nem nível educacional. Não podemos descansar enquanto qualquer uma de nós sofrer algum tipo de violência: física, sexual, moral ou psicológica”, afirma Soraya Amorim, diretora de mulheres da Fenafar e do Sindicato dos Farmacêuticos da Bahia.

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