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35 anos torcendo pelo Brasil e pela saúde

6º Congresso

A abertura do Congresso da Federação Nacional dos Farmacêuticos aconteceu com um ato representativo, que demonstrou a referência política que a Fenafar exerce sobre entidades e instituições que atuam na área da saúde e o papel que a entidade teve nestes 35 anos na luta pela soberania nacional e pela defesa da saúde pública no Brasil.

Renata Mielli, de Salvador


abertura materiaEntre as entidades e instituições que participaram do ato estavam o Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Opas, Confederação Nacional dos Trabalhadores Universitários (CNTU), Universidade Federal da Bahia, Universidade Estadual da Bahia, Fiocruz Bahia, Secretaria de Saúde do Município de Salvador, Conselho Federal de Farmácia, Executiva Nacional dos Estudantes de Farmácia.

O ato foi aberto pela anfitriã, Eliane Simões, presidente do Sindicato dos Farmacêuticos da Bahia, que deus as boas-vindas aos congressistas e agradeceu a Fenafar pela realização do congresso em Salvador “na certeza de que todos os farmacêuticos baianos sejam atores no processo de transformação no rumo das conquistas, e de que marcharemos juntos e mobilizados pelas bandeiras do trabalho e dos direitos dos trabalhadores que estão cada vez mais ameaçados em torno dessas lutas buscamos nossa unidade”.

Nas saudações realizadas, os convidados destacaram a trajetória de lutas que a Fenafar desenvolve desde sua fundação, há 35 anos. A participação na histórica 8ª Conferência de Saúde que apresentou a proposta do SUS, a luta contra a aprovação das patentes e o papel determinante da Federação na elaboração de políticas que estão em aplicação hoje, como a Política Nacional de Assistência Farmacêutica.

Luis Henrique Costa, da Opas, destacou como o Brasil é referência internacional na área de políticas de Saúde e registrou que “os congressos da Fenafar tem contribuído para elaborar as políticas de Assistência Farmacêutica no país, com suas resoluções e seus debates. Nós queremos e vamos dar visibilidade para essa entidade que é uma referência teórica e de políticas para a assistência farmacêutica”.

O vice-presidente da Fenafar e também vice-presidente da Escola Nacional de Farmacêuticos , Rilke Novato, destacou a realização do 2º Seminário Nacional de Assistência Farmacêutica que “culmina com os propósitos para os quais foi criada a Escola Nacional, que nasceu com o entendimento de que é preciso trabalhar pela capacitação dos profissionais farmacêuticos, mas sobretudo capacitar para transformar a nossa realidade”.

A presidente da Fenafar, Célia Chaves, ressaltou o "orgulho de olhar a trajetória de luta de nossa entidade. Fomos protagonistas na luta pela valorização do profissional farmacêutico, na defesa do Sistema Único de Saúde, nas ações desenvolvidas para fortalecer os sindicatos em todo o País. Participamos de forma ativa, ao lado de outras entidades e setores sociais, em todos os momentos de luta em prol da soberania nacional, da democracia e pelos direitos humanos. Olhar essa história nos mostra a importância e a responsabilidade de conduzir uma entidade como a Fenafar".

Ela resgatou as principais lutas desenvolvidas na gestão e olhou para os desafios que estão colocados para a próxima diretoria que será eleita, como a participação ativa nas eleições presidenciais de 2010, para evitar retrocessos nas conquistas obtidas nos últimos períodos.

Leia, aqui, a integra do discurso da presidente da Fenafar no ato de abertura do Congresso.

 
 
 
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